Baixa autoestima e a sensação de não pertencer 🫣

Terapia para baixa autoestima e a sensação de não pertencimento, para adolescentes e adultos, com atendimento presencial em Copacabana e online para qualquer lugar do mundo.

O que é baixa autoestima?

A autoestima está relacionada à maneira como uma pessoa percebe e avalia a si mesma.

Quando existe baixa autoestima, essa percepção pode ser marcada por insegurança, autocrítica e dificuldade para reconhecer qualidades ou capacidades sem imediatamente relativizá-las.

Por exemplo, um elogio pode ser recebido com desconfiança. Uma conquista pode ser atribuída à sorte. Já um erro pode ganhar uma importância muito maior e parecer confirmar aquilo que a pessoa teme sobre si. Nesse sentido, experiências positivas e negativas podem receber pesos bastante diferentes.

Ao mesmo tempo, a baixa autoestima não aparece necessariamente da mesma forma em todas as pessoas. Alguém pode se sentir relativamente seguro no trabalho e profundamente inseguro nos relacionamentos.

Da mesma maneira, uma pessoa pode demonstrar confiança socialmente e, ainda assim, manter uma avaliação interna bastante crítica sobre si.

Por isso, compreender a autoestima exige observar os contextos em que essa insegurança aparece e os padrões que costumam acompanhá-la.

A baixa autoestima pode aparecer de maneiras menos óbvias do que simplesmente não gostar de si.

Às vezes, a baixa autoestima surge na comparação constante, na dúvida sobre as próprias escolhas, na necessidade de aprovação ou naquela sensação persistente de que os outros parecem mais seguros, interessantes ou preparados. Mesmo quando existe reconhecimento externo, pode ser difícil acreditar que ele corresponde à realidade.

Nesse contexto, pertencer também pode parecer algo que precisa ser conquistado. A pessoa observa como fala, como se comporta e como é percebida, enquanto tenta descobrir se está ocupando aquele espaço da maneira certa. Como resultado, a opinião de fora pode ganhar um peso cada vez maior na forma como ela se enxerga.

Compreender esse funcionamento permite olhar para a autoestima além de frases positivas ou tentativas de aumentar a confiança. Afinal, a maneira como alguém constrói seu valor pessoal pode estar relacionada à própria história, às relações, às experiências de pertencimento e aos padrões de pensamento que desenvolveu ao longo da vida.

Quando a comparação começa a definir o próprio valor

Comparar-se faz parte da experiência humana. Contudo, a comparação pode se tornar especialmente desgastante quando funciona como uma medida constante do próprio valor.

Nesse caso, a atenção tende a procurar evidências de que os outros estão em vantagem.

Alguém parece mais confiante. Outra pessoa avançou mais rapidamente na carreira. Uma amiga está em um relacionamento enquanto você está solteira. Um colega parece saber exatamente o que deseja para o futuro.

A partir dessas comparações, diferenças podem começar a ser interpretadas como insuficiências.

Esse padrão pode ser particularmente presente em fases de construção da identidade e de decisões importantes. Comparação social, baixa autoestima, insegurança e dificuldades de pertencimento aparecem entre as questões que podem atravessar a adolescência. Já entre mulheres jovens, também aparecem pressão por desempenho, comparação e sensação de estar “atrasada” em relação às expectativas sociais.

Assim, a comparação não acontece no vazio. Ela também pode refletir expectativas sobre onde uma pessoa acredita que deveria estar, o que deveria ter conquistado e quem deveria ser naquele momento da vida.

A sensação de que todo mundo pertence, menos você

A sensação de não pertencimento pode surgir em diferentes contextos.

Na adolescência, por exemplo, grupos de amizade, escola, imagem corporal, identidade e aceitação podem ganhar uma importância particular. Além disso, adolescentes LGBTQIA+ podem vivenciar questões relacionadas à aceitação, medo de rejeição e necessidade de encontrar espaços seguros de expressão.

Entretanto, a sensação de não pertencer também pode continuar ou aparecer na vida adulta. Ela pode surgir em um ambiente profissional, em um grupo de amigos, em uma família ou até dentro de um relacionamento. Às vezes, a pessoa participa desses espaços, mas permanece observando a si mesma como se estivesse sendo constantemente avaliada.

Em termos práticos, pode existir uma pergunta silenciosa por trás das interações: “será que eu deveria estar aqui?”.

Quando essa dúvida aparece com frequência, a pessoa pode começar a ajustar excessivamente o próprio comportamento para reduzir o risco de rejeição. Com isso, pertencer deixa de significar participar de uma relação sendo quem se é e passa a depender de corresponder ao que se imagina que os outros esperam.

Quando a aprovação dos outros se torna uma medida de autoestima

Ser reconhecido e aceito pelas pessoas importantes pode ter valor. Porém, existe uma diferença entre apreciar reconhecimento e depender dele para sustentar a própria percepção de valor.

Quando a aprovação externa assume esse papel, a autoestima pode ficar vulnerável às respostas dos outros.

Um elogio traz alívio. Entretanto, uma crítica pode gerar uma dúvida profunda sobre si. Da mesma forma, uma mensagem sem resposta, uma discordância ou a sensação de ter decepcionado alguém pode assumir uma dimensão maior.

Nesse cenário, agradar também pode se tornar uma forma de buscar segurança.

A pessoa pode evitar discordâncias, ter dificuldade para estabelecer limites ou pensar excessivamente antes de expressar aquilo que deseja. Afinal, se ser aceita parece depender de corresponder às expectativas, qualquer possibilidade de desagradar pode ser percebida como uma ameaça ao vínculo.

Com o passar do tempo, essa dinâmica pode dificultar até mesmo o reconhecimento das próprias necessidades.

Baixa autoestima e autocrítica caminham juntas?

A autocrítica excessiva é uma das principais demandas, assim como a baixa autoestima.

Embora sejam experiências distintas, elas podem se relacionar. Uma pessoa que se avalia de maneira muito rígida pode prestar atenção principalmente aos próprios erros e limitações. Além disso, pode estabelecer critérios difíceis de alcançar para considerar que fez algo suficientemente bem.

Quando consegue atingir uma meta, talvez a conquista seja rapidamente minimizada. Porém, quando algo dá errado, o episódio pode se transformar em uma conclusão sobre quem ela é. Assim, “eu errei” pode se aproximar de “eu sou incapaz”. Da mesma maneira, “essa pessoa não se interessou por mim” pode ganhar o sentido de “ninguém vai se interessar”.

Nesse contexto, a autocrítica deixa de avaliar apenas uma situação e passa a participar da construção da própria identidade. Por isso, compreender a maneira como alguém fala consigo mesmo pode revelar muito sobre os padrões que sustentam uma autoestima fragilizada.

A cobrança pode parecer uma forma de melhorar

Nem sempre a autocrítica é percebida como um problema. Às vezes, a pessoa acredita que precisa se cobrar para não se acomodar, cometer erros ou decepcionar os outros. Nesse caso, reduzir a cobrança pode até parecer perigoso.

Surge a ideia de que, sem essa pressão interna, o desempenho pioraria.Contudo, vale observar o que essa estratégia produz. A cobrança realmente ajuda a aprender com um erro ou apenas prolonga a sensação de fracasso? Ela favorece uma decisão ou aumenta a insegurança? Ela estimula crescimento ou mantém a sensação de nunca ser suficiente?

Essas perguntas ajudam a diferenciar responsabilidade de uma avaliação pessoal constantemente punitiva.

Além disso, reconhecer um padrão de autocrítica não exige abandonar critérios, objetivos ou responsabilidade. O processo pode ajudar a construir formas mais funcionais de avaliar experiências e responder a elas.

Por que um erro parece confirmar tudo o que você pensa sobre si?

Quando existe uma percepção negativa sobre si, determinadas experiências podem ganhar o papel de confirmação. Por exemplo, cometer um erro durante uma apresentação pode parecer evidência de incompetência. Uma conversa desconfortável pode confirmar a ideia de não saber se relacionar. Já uma rejeição pode ser interpretada como prova de que existe algo fundamentalmente inadequado em si.

Ao mesmo tempo, situações que contradizem essa percepção podem receber menos atenção.

Um bom desempenho vira “obrigação”. Um elogio é explicado pela gentileza de quem o fez. Uma conquista parece pequena porque outra pessoa alcançou algo diferente. Dessa forma, a maneira como os acontecimentos são interpretados pode reforçar padrões já existentes. Na Terapia Cognitivo-Comportamental, compreender as relações entre pensamentos, emoções e comportamentos permite observar esses processos com mais clareza.

Autoestima não precisa depender de se sentir confiante o tempo todo

Confiança pode variar conforme o contexto.

Uma pessoa pode começar um trabalho novo e se sentir insegura. Pode entrar em um grupo desconhecido e não saber como será recebida. Da mesma forma, pode enfrentar uma decisão importante sem ter certeza sobre sua capacidade de lidar com as consequências.

Essas experiências não determinam, por si só, uma baixa autoestima. Por isso, construir uma relação mais estável consigo não significa eliminar toda insegurança.

Em alguns momentos, agir com autonomia pode exigir fazer algo mesmo sem se sentir completamente confiante. Em outros, pode envolver reconhecer uma limitação sem transformar essa percepção em uma condenação pessoal.

Nesse sentido, a flexibilidade psicológica também pode contribuir para o processo. Ela amplia a possibilidade de reconhecer pensamentos e emoções difíceis sem permitir que eles definam automaticamente todas as escolhas.

A necessidade de agradar pode afastar você de si

Quando a aprovação externa assume muita importância, algumas escolhas podem começar a ser organizadas em torno daquilo que os outros esperam. Isso pode aparecer em decisões pequenas, como evitar expressar uma preferência, e também em questões importantes, como carreira, relacionamentos e projetos de vida.

Em especial, mulheres podem lidar com diferentes expectativas relacionadas à vida afetiva, profissional, familiar e pessoal. Pressões associadas aos múltiplos papéis atribuídos às mulheres, bem como dificuldades para priorizar as próprias necessidades em determinadas fases da vida.

Nesse contexto, a autoestima também se relaciona à possibilidade de reconhecer aquilo que a própria pessoa deseja e valoriza. Se toda escolha passa primeiro pelo filtro da aprovação, pode ficar difícil distinguir um desejo pessoal de uma expectativa aprendida.

Por isso, autoconhecimento e autoestima podem se encontrar justamente nesse ponto: compreender quem se é também envolve reconhecer quais referências estão orientando as próprias escolhas.

Como a baixa autoestima pode afetar os relacionamentos?

A maneira como uma pessoa se percebe pode influenciar a forma como participa de seus vínculos.

Quando existe uma sensação persistente de não ser suficiente, situações comuns podem ganhar significados diferentes. Uma discordância pode ser interpretada como rejeição. Um limite colocado pelo outro pode parecer sinal de abandono. Uma crítica pode ser vivida como confirmação de uma inadequação pessoal.

Além disso, o medo de perder um vínculo pode dificultar a expressão de necessidades ou limites.

Por outro lado, a insegurança também pode gerar uma busca frequente por garantias de que a relação está bem. Nesse caso, o alívio oferecido pela confirmação externa pode durar pouco, fazendo com que novas dúvidas apareçam posteriormente.

Compreender esse funcionamento ajuda a observar o relacionamento para além do comportamento do outro.

Afinal, vínculos são construídos por diferentes experiências, expectativas e padrões. Reconhecer aquilo que cada pessoa leva para uma relação pode ampliar as possibilidades de participar dela com maior consciência.

terapia presencial copacabana

Como a terapia pode ajudar na baixa autoestima?

Na psicoterapia, a baixa autoestima pode ser compreendida dentro da história e das experiências de cada pessoa.

Primeiramente, o processo pode ajudar a reconhecer padrões de pensamento, emoção e comportamento relacionados à maneira como alguém se percebe. Além disso, é possível observar situações que intensificam insegurança, comparação ou necessidade de aprovação.

Na minha prática, utilizo a Terapia Cognitivo-Comportamental como base e integro principalmente recursos da Terapia de Aceitação e Compromisso e da Terapia Comportamental Dialética conforme as necessidades de cada paciente.

A TCC pode contribuir para compreender padrões de pensamento e comportamento relacionados ao sofrimento emocional. Por sua vez, a ACT acrescenta recursos ligados à flexibilidade psicológica e à clarificação de valores. Assim, o processo pode incluir tanto a compreensão de como uma pessoa aprendeu a se avaliar quanto a construção de uma relação diferente com pensamentos autocríticos e inseguranças.

Por fim, reconhecer valores pode oferecer outra referência para as escolhas. Em vez de depender exclusivamente da pergunta “o que vão pensar de mim?”, a pessoa pode começar a considerar “o que faz sentido para mim?”.

Baixa autoestima na adolescência

A adolescência merece atenção específica porque envolve formação da identidade, amadurecimento emocional e construção de autonomia.

Nesse período, baixa autoestima, autocrítica, insegurança, dificuldades de pertencimento e comparação social podem aparecer juntamente com conflitos familiares, amizades, primeiros relacionamentos, imagem corporal e outras questões.

Portanto, a percepção sobre si pode ser atravessada pela experiência de aceitação em diferentes grupos. Por isso, o acompanhamento psicológico de adolescentes considera tanto as questões apresentadas quanto a história e o contexto de cada paciente.

Nesse processo, compreender padrões de comparação, autocrítica e busca por aprovação pode ajudar o adolescente a desenvolver maior consciência sobre a maneira como constrói sua percepção de si.

Ou seja, o amadurecimento emocional envolve gradualmente ampliar autonomia e reconhecer valores próprios, sem esperar que todas as inseguranças desapareçam primeiro.

É possível construir uma autoestima menos dependente da aprovação?

A percepção sobre si pode mudar ao longo da vida.

Contudo, esse processo não precisa depender de alcançar um estado em que toda insegurança desapareça ou em que a pessoa passe a gostar de absolutamente tudo em si.

Em termos práticos, uma autoestima menos dependente da aprovação pode envolver reconhecer qualidades e limitações sem transformar nenhuma delas em uma medida definitiva de valor.

Também pode significar tolerar a possibilidade de desagradar alguém quando uma escolha é coerente com aquilo que importa. Da mesma forma, pode envolver receber uma crítica sem concluir automaticamente que ela define quem se é.

Com o passar do tempo, compreender padrões de comparação e autocrítica pode ampliar a autonomia.

Assim, a opinião dos outros continua tendo significado, especialmente quando vem de pessoas importantes, mas deixa de ocupar sozinha o lugar de referência sobre o próprio valor.

Pertencer sem precisar provar que merece estar ali

A baixa autoestima pode fazer com que a pessoa passe muito tempo tentando descobrir se é boa, interessante, competente ou adequada o suficiente para ocupar determinados espaços. Como resultado, pertencer parece depender de aprovação constante.

Entretanto, compreender de onde vêm padrões de comparação, insegurança e autocrítica pode abrir outras possibilidades. Aos poucos, a pessoa pode reconhecer quais avaliações assumiram um peso excessivo e quais expectativas passaram a orientar sua maneira de viver.

Além disso, o autoconhecimento pode ajudar a construir escolhas mais coerentes com valores pessoais. Por fim, desenvolver autoestima não significa chegar a um ponto em que nenhuma dúvida sobre si volte a aparecer. O processo pode ajudar a construir uma relação consigo em que inseguranças, críticas e comparações existam sem determinar integralmente quem você acredita ser ou quais espaços acredita ter o direito de ocupar.

Vamos iniciar essa conversa?

😓

A Cabeça que Não Desliga

A mente antecipa, revisa e cobra. Mesmo depois de você já ter feito o que podia. Descansar parece perigoso, porque sempre parece faltar alguma coisa. Você não precisa eliminar essa cobrança para viver bem: pode entender de onde ela vem e aprender a se relacionar com ela de outro jeito.

Saber mais →

🤯

Quando a Emoção Vem Antes de Você Entender

Uma frustração vira explosão. Uma contrariedade vira o dia inteiro perdido. Às vezes você reage antes de saber o que sentiu, e só depois vem a culpa pelo que disse ou fez. Não é falta de controle. É falta de repertório para lidar com emoções intensas. Esse repertório pode ser construído.

Saber mais →

🫣

Baixa Autoestima e Sensação de Não Pertencer

Comparar-se, duvidar de si, sentir que os outros têm mais certeza do que você. Pode vir da escola, de um grupo, da família, de uma fase inteira da vida. Entender de onde vem esse padrão é o primeiro passo para deixar de depender da aprovação de fora para se sentir suficiente.

Saber mais →

💔

Relacionamentos que Geram Sofrimento

A mesma discussão, do mesmo jeito, com pessoas diferentes. Silêncios que pesam mais do que deveriam. Nem sempre o problema está no outro. Ás vezes é só um padrão que se repete de relação em relação. Reconhecer esse padrão vem antes de decidir o que fazer com ele.

Saber mais →

🧭

Medo de Escolher e Incertezas sobre o Futuro

Vestibular, carreira, casamento, ter ou não ter filhos, mudar de cidade, terminar um relacionamento. Decisões grandes chegam sem manual. Às vezes o medo de errar trava mais do que a decisão em si. A terapia não escolhe por você, mas ajuda a clarear o que realmente importa para que a escolha seja sua, e não uma reação ao medo.

Saber mais →

🫤

Sensação de Vazio e Falta de Propósito

Cumprir a agenda, dar conta do esperado, seguir em frente. E ainda sentir que falta alguma coisa. Nem sempre é crise. Às vezes é sinal de que vale a pena parar e perguntar: isso que venho construindo é o que eu valorizo, ou só o que sobrou depois de tentar dar conta de tudo?

Saber mais →

Sobre mim


Sou Liza Rizzini, psicóloga clínica, e realizo psicoterapia individual para adolescentes e adultos. Atendo presencialmente em Copacabana, no Rio de Janeiro, e também online, acompanhando pessoas em diferentes momentos, contextos e fases da vida. Tenho um interesse genuíno pela singularidade de cada pessoa. Por isso, procuro compreender o sofrimento dentro de seu contexto, sem reduzir alguém a um diagnóstico, sintoma ou dificuldade específica.

Avaliações

Depoimentos de pacientes

A Liza me deixou muito à vontade desde a primeira sessão. Eu estava bem nervosa porque nunca tinha feito terapia e nem sabia direito por onde começar. Hoje é um dos poucos lugares onde consigo falar das coisas sem ficar pensando se estou exagerando ou se vão me julgar. Ela é muito atenta e lembra até de coisas que falei há um tempão kkk. Tem me ajudado muito com minha ansiedade e principalmente com a cobrança que eu tenho comigo mesma.

A. S. R.

Comecei a terapia porque estava tendo muitos problemas em casa e na escola e eu ficava com muita raiva por qualquer coisa. No começo eu não queria muito ir porque achava que não ia adiantar. Mas gostei da Liza porque ela não fica falando comigo como se eu fosse criança e também não fica dizendo o que eu tenho que fazer. Hoje consigo perceber melhor quando estou ficando nervoso e algumas coisas que antes viravam uma briga enorme já consigo resolver de outro jeito.

F. S.

Demorei muito para procurar terapia porque tinha coisas que eu simplesmente não conseguia conversar com ninguém. Tinha muito medo de ser julgada e principalmente da reação da minha família. Com a Liza senti que podia falar no meu tempo e sem precisar explicar ou justificar quem eu sou. Parece simples, mas ter um lugar onde você consegue ser você mesma sem ficar se policiando o tempo inteiro muda muita coisa. Sou muito grata por ter encontrado ela.

K. M.

Cheguei na terapia com 30 anos achando que estava atrasada em absolutamente tudo. minhas amigas casando, outras tendo filho, gente crescendo na carreira e eu me sentindo completamente perdida. Eu me comparava o tempo inteiro e qualquer decisão parecia que podia estragar minha vida. A Liza nunca tentou me dizer qual caminho escolher. Ela foi me ajudando a entender o que era realmente importante pra mim e o que eu estava fazendo só porque achava que já deveria ter feito. Ainda sou ansiosa rs, mas hoje consigo tomar decisões com muito mais clareza.

M. L.

Procurei a Liza numa época em que eu estava simplesmente exausta. Trabalho, filhos, casamento, casa, mãe precisando de mim… eu cuidava de todo mundo e ainda me sentia culpada quando não conseguia fazer alguma coisa. O que mais gosto na terapia é que ela me faz pensar. Às vezes saio da sessão com uma pergunta na cabeça que fica comigo a semana inteira. Tenho aprendido muito sobre meus limites e sobre essa necessidade absurda que eu tinha de dar conta de tudo.

M. W. L.

Comecei a terapia depois de uma fase de muitas mudanças. Meus filhos já estavam seguindo a vida deles, meu casamento também estava diferente e eu não estava me reconhecendo muito nem no meu corpo e nem na minha rotina. Foi difícil admitir que eu não sabia mais o que queria. A Liza tem uma forma muito tranquila de conduzir as sessões e nunca senti que ela estava tentando me dar uma resposta pronta. Aos poucos estou voltando a olhar para mim e entendendo que ainda tenho muita coisa que quero viver e construir.

J. P. R.

Perdi pessoas muito importantes nos últimos anos e fui ficando cada vez mais fechada e isolada. Minha família insistiu para que eu procurasse uma psicóloga e hoje agradeço por ter aceitado. Gosto muito da maneira como a Liza me escuta. Ela respeita meu tempo e nunca trata minha idade como se eu não soubesse mais decidir as coisas por mim mesma. Poder falar sobre saudade, medo, solidão e também sobre meus planos tem me feito muito bem. Recomendo com muito carinho.

G. F.

Quando comecei eu nem sabia explicar direito por que estava procurando terapia. Só sabia que não estava bem. Não tinha vontade de fazer as coisas, adiava decisões e parecia que tudo exigia um esforço enorme. A Liza foi me ajudando a organizar isso sem colocar um rótulo em tudo que eu sentia. Uma coisa que gosto muito é que ela não fica só ouvindo em silêncio. Ela pergunta, explica algumas coisas e me faz enxergar situações por outros ângulos. Ainda tenho um caminho pela frente, mas já consigo perceber muita diferença em mim.

H. O. S.

Sempre fui o tipo de pessoa que resolve tudo sozinho e sinceramente achava terapia uma coisa que não combinava muito comigo. Procurei por causa de problemas no meu relacionamento e acabei percebendo várias coisas que eu fazia sem nem notar. Principalmente me fechar quando alguma conversa ficava mais difícil. A Liza é muito profissional e direta. Nunca senti julgamento ou aquele papo de que eu tinha que virar outra pessoa. Tem sido muito bom aprender a entender melhor o que eu sinto e conseguir conversar sobre isso.

U. C. P.

Psicóloga em Copacabana Rio de Janeiro

Tire suas dúvidas

Perguntas Frequentes

Cada sessão tem duração de 50 minutos. Esse tempo é dedicado à compreensão das questões trazidas por você e ao desenvolvimento do processo terapêutico de maneira estruturada, respeitando seu ritmo e suas necessidades.

A frequência é definida de acordo com as necessidades de cada pessoa e pode ser revista ao longo do processo. Em geral, a psicoterapia começa com encontros semanais, permitindo continuidade ao trabalho desenvolvido entre uma sessão e outra.

Não existe uma duração única que se aplique a todas as pessoas. O tempo de psicoterapia depende das demandas, objetivos, contexto e evolução de cada paciente. O processo terapêutico é acompanhado e reavaliado ao longo do tempo, sempre buscando ampliar autonomia e desenvolver recursos que possam ser utilizados também fora da terapia.

Os atendimentos são realizados de forma particular. Caso você possua plano de saúde com possibilidade de reembolso para psicoterapia, vale consultar diretamente a sua operadora sobre as condições disponíveis.

A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) trabalha a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) amplia esse trabalho por meio de conceitos como aceitação, flexibilidade psicológica e valores. Já a Terapia Comportamental Dialética (DBT) oferece recursos importantes para regulação emocional, manejo de emoções intensas, impulsividade e relações interpessoais. São abordagens baseadas em evidências científicas que podem oferecer recursos diferentes ao processo terapêutico.

O processo não parte de um protocolo único. TCC, ACT e DBT são integradas de acordo com a história, o contexto, as dificuldades e os objetivos de cada paciente. Isso permite selecionar conceitos, estratégias e intervenções que façam sentido para aquele momento e para aquela pessoa.

Não. A psicoterapia não é destinada apenas a pessoas que possuem um diagnóstico. Você pode procurar acompanhamento diante de sofrimento emocional, dificuldades nos relacionamentos, momentos de mudança ou simplesmente pelo desejo de compreender melhor seus padrões, escolhas, emoções e a maneira como está conduzindo sua vida.

Sim. A psicoterapia também pode ser um espaço de autoconhecimento e desenvolvimento emocional. Você pode buscar terapia para compreender padrões, reconhecer seus valores, tomar decisões com maior clareza e construir uma vida mais coerente com aquilo que considera importante, mesmo sem estar vivendo uma crise específica.

Entre as demandas atendidas estão ansiedade, depressão, baixa autoestima, autocrítica excessiva, desregulação emocional, impulsividade, conflitos nos relacionamentos, conjugalidade, parentalidade, dificuldades na tomada de decisões, sensação de vazio e falta de propósito. A psicoterapia também pode trabalhar autoconhecimento, autonomia, flexibilidade psicológica e construção de uma vida mais alinhada aos próprios valores.

O processo terapêutico para adolescentes considera as questões próprias dessa fase de formação da identidade, amadurecimento emocional e construção de autonomia. Podem ser trabalhadas questões como ansiedade, autoestima, autocrítica, conflitos familiares, pertencimento, pressão escolar, amizades, relacionamentos, imagem corporal, impulsividade, regulação emocional, sexualidade e incertezas sobre o futuro, sempre considerando a história e o contexto de cada adolescente.

O acompanhamento considera tanto as demandas individuais quanto questões que podem atravessar diferentes fases da vida da mulher, como relacionamentos, conjugalidade, maternidade, carreira, autocuidado, sobrecarga, envelhecimento, autonomia e expectativas sociais. O objetivo não é determinar como uma mulher deveria viver, mas ajudá-la a compreender suas experiências, reconhecer seus próprios valores e construir escolhas mais coerentes consigo mesma.

A psicoterapia online permite realizar o acompanhamento à distância, mantendo a estrutura e a continuidade do processo terapêutico sem a necessidade de estar fisicamente no consultório. É uma alternativa para quem prefere essa modalidade ou está fora do Rio de Janeiro.

O atendimento presencial é realizado na Rua Siqueira Campos, 43, em Copacabana, Rio de Janeiro, em uma localização de fácil acesso e próxima ao metrô. Veja no Google Maps.

Se você ainda tiver alguma dúvida sobre a psicoterapia, modalidades de atendimento ou sobre como funciona o processo, entre em contato através do formulário logo abaixo ou me chame no WhatsApp. Esclarecemos suas questões e podemos já agendar a sua primeira sessão.

Vamos conversar?

Entre em contato

Prefere a resposta por
Política de Privacidade 🔒
Declaro, para todos os fins ser titular dos dados pessoais inseridos no formulário acima e, desde já, consinto com o tratamento dos mesmos para os fins do contato referido na respectiva mensagem inserida no campo apropriado para tanto.