Terapia para a ansiedade e a sensação de alerta constante, para adolescentes e adultos, com atendimento presencial em Copacabana e online para qualquer lugar do mundo.
A ansiedade pode aparecer como uma mente que parece nunca encerrar o expediente.
O corpo até para, mas os pensamentos continuam antecipando problemas, revisando conversas, lembrando tarefas, imaginando cenários e cobrando respostas. Mesmo depois de fazer o que era possível naquele dia, pode permanecer a sensação de que alguma coisa ficou faltando.
Às vezes, essa experiência é tão frequente que parece fazer parte da personalidade. A pessoa se acostuma a estar sempre pensando no próximo passo, tentando prever o que pode dar errado ou avaliando se fez o suficiente. Com o passar do tempo, porém, viver nesse estado pode tornar difícil descansar de verdade e permanecer no momento presente.
Na psicoterapia, compreender como esse funcionamento acontece pode ajudar a construir uma relação diferente com pensamentos, emoções e cobranças internas. Afinal, o objetivo não precisa ser conseguir controlar tudo o que passa pela mente. É possível desenvolver recursos para que cada pensamento deixe de determinar automaticamente o que fazer, sentir ou evitar.
Quando a ansiedade continua mesmo depois que o problema acabou
Há situações que realmente exigem atenção, planejamento e tomada de decisão. Contudo, a mente ansiosa pode continuar trabalhando mesmo quando já não existe uma ação concreta a realizar naquele momento.
Uma conversa termina, mas a pessoa continua reconstruindo mentalmente cada frase. Uma tarefa é entregue, porém surge a dúvida sobre aquilo que poderia ter sido melhor. O dia acaba e, em seguida, começam os pensamentos sobre tudo o que precisa acontecer amanhã.
Nesse sentido, a preocupação pode dar a impressão de que pensar mais produzirá maior segurança.
Por vezes, surge uma lógica silenciosa: se a pessoa revisar suficientemente, talvez não erre. Se antecipar todas as possibilidades, talvez consiga evitar uma frustração. Se permanecer atenta, talvez não seja pega de surpresa.
Entretanto, nem toda incerteza pode ser eliminada. Como resultado, a busca por segurança pode continuar mesmo quando nenhuma quantidade de pensamento oferece a certeza desejada.

Por que é tão difícil simplesmente parar de pensar?
Dizer a si mesma para “parar de pensar” costuma ser insuficiente porque pensamentos não funcionam como um botão que pode ser desligado por vontade.
Além disso, tentar expulsar uma preocupação pode fazer com que a própria presença daquele pensamento se torne ainda mais importante. A pessoa percebe que continua pensando e, então, começa a se preocupar também com o fato de não conseguir parar.
Em outras palavras, surge uma segunda camada de sofrimento. Primeiro existe a preocupação. Depois, aparecem a cobrança, a irritação ou o julgamento por estar preocupada.
Nesse caso, compreender a relação que se estabelece com os próprios pensamentos pode ser mais útil do que transformar o silêncio mental em uma obrigação.
Na psicoterapia, esse processo pode incluir a identificação de padrões de pensamento e comportamento. Ao mesmo tempo, pode envolver o desenvolvimento de maior flexibilidade para perceber uma preocupação sem precisar responder imediatamente a tudo o que ela sugere.
A necessidade ansiosa de antecipar tudo
A ansiedade pode direcionar a atenção para aquilo que ainda não aconteceu.
Por exemplo, uma decisão profissional pode gerar uma sequência de previsões sobre fracasso, arrependimento ou consequências futuras. Da mesma forma, uma mensagem sem resposta pode abrir espaço para diferentes interpretações sobre o que a outra pessoa está pensando.
A mente tenta preencher aquilo que ainda não sabe. Contudo, quando a incerteza é vivida como algo que precisa ser resolvido imediatamente, pensar pode se transformar em uma tentativa constante de antecipação.
Essa dinâmica pode aparecer em diferentes áreas da vida: carreira, relacionamentos, maternidade, estudos, decisões financeiras, mudanças ou planos para o futuro.
Além disso, a antecipação pode parecer produtiva porque envolve análise e planejamento. Ainda assim, existe uma diferença entre pensar para tomar uma decisão e permanecer presa a uma sequência de possibilidades que não produz uma ação concreta.
Reconhecer essa diferença pode ser um passo importante para compreender como a ansiedade funciona na própria rotina.

Quando descansar também gera ansiedade
Para algumas pessoas, o desconforto aparece justamente quando elas tentam parar.
Durante um período de descanso, pode surgir a sensação de que deveriam estar aproveitando o tempo para resolver alguma coisa. Em seguida, aparecem tarefas pendentes, obrigações futuras ou pensamentos sobre produtividade.
Assim, descansar deixa de ser apenas uma pausa e passa a provocar culpa ou inquietação.
Esse padrão pode ganhar força quando a pessoa associa seu valor à capacidade de dar conta, produzir, antecipar necessidades ou atender expectativas.
Em especial, diferentes responsabilidades podem se acumular ao longo da vida. Trabalho, estudos, relacionamentos, família, parentalidade e autocuidado podem disputar espaço ao mesmo tempo. Nesse contexto, a sensação de nunca fazer o suficiente pode alimentar uma vigilância constante.
Por isso, compreender a ansiedade também pode exigir atenção às cobranças que a pessoa aprendeu a dirigir a si mesma.
Ansiedade e autocrítica podem aparecer juntas
A mente que antecipa também pode ser uma mente que avalia constantemente o próprio desempenho.
“Eu deveria ter feito melhor.” “Eu devia ter percebido antes.” “E se eu estiver tomando a decisão errada?” “Por que não consigo lidar com isso como os outros?”
Pensamentos desse tipo podem intensificar inseguranças e manter a atenção voltada para possíveis falhas.
Ao mesmo tempo, a autocrítica pode ser confundida com responsabilidade. Algumas pessoas acreditam que precisam se cobrar intensamente para continuar funcionando, evitar erros ou alcançar aquilo que esperam de si.
Contudo, observar esse padrão permite investigar se a cobrança realmente ajuda ou se mantém um ciclo de tensão, comparação e insatisfação.
Na psicoterapia, ansiedade e autocrítica podem ser compreendidas dentro da história e do contexto de cada pessoa. A partir disso, torna-se possível reconhecer como determinados pensamentos influenciam emoções, comportamentos e escolhas.
Pensar muito significa estar se preparando melhor?
Planejar pode ser útil. Refletir antes de uma decisão também pode ser importante. Porém, pensar durante mais tempo não garante necessariamente maior clareza.
Às vezes, a pessoa já analisou as informações disponíveis, mas continua procurando uma certeza que aquela situação não pode oferecer.
Nesse momento, o pensamento deixa de aproximá-la de uma decisão e começa a mantê-la dentro da dúvida.
Por exemplo, escolher uma carreira, mudar de cidade, iniciar ou terminar um relacionamento e decidir sobre maternidade são questões que podem envolver incertezas reais. Mesmo depois de considerar diferentes possibilidades, talvez não exista uma resposta capaz de eliminar completamente o risco de arrependimento.
Por isso, aprender a tomar decisões também pode envolver reconhecer os limites daquilo que é possível prever. A partir dessa compreensão, a pergunta pode mudar. Em vez de buscar garantia absoluta sobre o futuro, a pessoa pode começar a observar quais valores deseja considerar na escolha que precisa fazer.
Quando a preocupação começa a ocupar espaço demais
Nem toda preocupação indica que algo está errado. Em diferentes momentos, preocupações fazem parte da vida e podem ajudar a direcionar atenção para questões importantes. Entretanto, vale observar o espaço que elas ocupam.
Quando a mente permanece constantemente voltada para possíveis problemas, pode ficar mais difícil dedicar atenção ao que acontece agora. Além disso, decisões simples podem exigir longos processos de análise, enquanto momentos de descanso podem ser atravessados por culpa ou antecipação.
Também pode surgir dificuldade para encerrar mentalmente situações que já passaram.
Algumas perguntas podem ajudar a observar o próprio padrão:
- A preocupação continua mesmo quando não existe mais nada que possa ser feito naquele momento?
- Existe uma necessidade frequente de revisar decisões ou conversas?
- Descansar costuma despertar culpa ou sensação de improdutividade?
- A busca por certeza dificulta tomar decisões?
- Pensamentos sobre possíveis erros ocupam grande parte da atenção?
- A autocrítica aparece sempre que algo foge do planejado?
Essas perguntas não servem para estabelecer um diagnóstico. Contudo, podem ajudar a perceber como a preocupação participa da rotina e quais situações costumam intensificá-la.

O problema de esperar a ansiedade desaparecer para viver
Quando uma pessoa se sente ansiosa, pode começar a adiar determinadas ações até se sentir completamente segura.
Ela pode esperar ter certeza antes de decidir, confiança antes de se posicionar ou tranquilidade antes de enfrentar uma conversa difícil.
Porém, algumas experiências importantes também envolvem incerteza.
Nesse caso, transformar a ausência de ansiedade em condição para agir pode restringir escolhas. A pessoa passa a organizar parte da vida em torno da tentativa de evitar aquilo que teme sentir.
A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), uma das abordagens que integro à minha prática, contribui especialmente para o desenvolvimento da flexibilidade psicológica. Esse conceito envolve ampliar a capacidade de entrar em contato com pensamentos e emoções enquanto se constroem ações coerentes com aquilo que importa para cada pessoa.
Assim, o trabalho não depende de eliminar primeiro todo desconforto para somente depois retomar a vida.

Como a terapia pode ajudar quando a cabeça não desliga?
Na minha prática, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) oferece uma base para compreender as relações entre pensamentos, emoções e comportamentos. Além disso, integro principalmente recursos da ACT e da Terapia Comportamental Dialética (DBT), conforme as necessidades de cada paciente.
No caso da ansiedade, o processo pode ajudar a identificar situações que ativam preocupações, observar interpretações recorrentes e compreender quais comportamentos aparecem em resposta a elas.
A partir disso, torna-se possível perceber padrões que antes pareciam automáticos.
A ACT também pode contribuir para modificar a relação com pensamentos difíceis. Em termos práticos, uma preocupação pode continuar aparecendo sem precisar funcionar como uma ordem que exige resposta imediata.
Ao mesmo tempo, o trabalho com valores ajuda a recuperar outra referência para as escolhas. Em vez de orientar cada decisão apenas pela tentativa de reduzir o medo, a pessoa pode observar aquilo que considera importante para a própria vida.
Dessa forma, a psicoterapia pode ampliar recursos para lidar com a ansiedade e favorecer maior autonomia diante das próprias experiências.
A mente não precisa ficar vazia para encontrar descanso
Quem convive com uma cabeça que não desliga pode acabar transformando a tranquilidade em mais uma meta a cumprir. Surge, então, outra cobrança: conseguir relaxar corretamente, controlar os pensamentos ou deixar de sentir ansiedade. Contudo, pensamentos continuarão surgindo. Emoções também.
Por isso, uma possibilidade é aprender a perceber essas experiências sem permitir que todas elas assumam o comando. Com o passar do tempo, reconhecer padrões pode ajudar a diferenciar uma preocupação que pede uma ação concreta daquela que apenas reinicia uma busca impossível por certeza. Da mesma forma, compreender a própria autocrítica pode revelar quanto da cobrança realmente está relacionado ao que importa e quanto responde ao medo de falhar, decepcionar ou não dar conta.
Em última análise, lidar com a ansiedade não exige conquistar uma mente permanentemente silenciosa. O processo pode envolver desenvolver flexibilidade para conviver com alguma incerteza, escolher onde colocar a própria atenção e continuar construindo a vida mesmo quando a cabeça ainda tem algo a dizer.

Como atendo?
Formatos de Atendimento
Terapia Presencial em Copacabana
Atendo presencialmente na Rua Siqueira Campos, 43, em Copacabana, em uma localização central e de fácil acesso na Zona Sul do Rio de Janeiro. O formato presencial pode fazer sentido para quem prefere realizar a psicoterapia em um espaço reservado fora de casa e manter esse momento separado da rotina do dia a dia. Para quem estuda, mora, trabalha ou circula pela região, a localização também facilita a continuidade do acompanhamento sem grandes deslocamentos.
Terapia Online para Brasileiros em todo o mundo
A terapia online permite realizar as sessões em português mesmo para quem vive fora do Brasil, mantendo o acompanhamento independentemente da localização. O formato também traz praticidade para quem tem uma rotina dinâmica, viaja com frequência ou prefere fazer terapia de casa, sem a necessidade de deslocamento até o consultório. Assim, brasileiros em diferentes lugares do mundo podem incluir a psicoterapia na rotina com mais flexibilidade e continuidade.
Vamos iniciar essa conversa?
😓
A Cabeça que Não Desliga
A mente antecipa, revisa e cobra. Mesmo depois de você já ter feito o que podia. Descansar parece perigoso, porque sempre parece faltar alguma coisa. Você não precisa eliminar essa cobrança para viver bem: pode entender de onde ela vem e aprender a se relacionar com ela de outro jeito.
🤯
Quando a Emoção Vem Antes de Você Entender
Uma frustração vira explosão. Uma contrariedade vira o dia inteiro perdido. Às vezes você reage antes de saber o que sentiu, e só depois vem a culpa pelo que disse ou fez. Não é falta de controle. É falta de repertório para lidar com emoções intensas. Esse repertório pode ser construído.
🫣
Baixa Autoestima e Sensação de Não Pertencer
Comparar-se, duvidar de si, sentir que os outros têm mais certeza do que você. Pode vir da escola, de um grupo, da família, de uma fase inteira da vida. Entender de onde vem esse padrão é o primeiro passo para deixar de depender da aprovação de fora para se sentir suficiente.
💔
Relacionamentos que Geram Sofrimento
A mesma discussão, do mesmo jeito, com pessoas diferentes. Silêncios que pesam mais do que deveriam. Nem sempre o problema está no outro. Ás vezes é só um padrão que se repete de relação em relação. Reconhecer esse padrão vem antes de decidir o que fazer com ele.
🧭
Medo de Escolher e Incertezas sobre o Futuro
Vestibular, carreira, casamento, ter ou não ter filhos, mudar de cidade, terminar um relacionamento. Decisões grandes chegam sem manual. Às vezes o medo de errar trava mais do que a decisão em si. A terapia não escolhe por você, mas ajuda a clarear o que realmente importa para que a escolha seja sua, e não uma reação ao medo.
🫤
Sensação de Vazio e Falta de Propósito
Cumprir a agenda, dar conta do esperado, seguir em frente. E ainda sentir que falta alguma coisa. Nem sempre é crise. Às vezes é sinal de que vale a pena parar e perguntar: isso que venho construindo é o que eu valorizo, ou só o que sobrou depois de tentar dar conta de tudo?
Sobre mim
Sou Liza Rizzini, psicóloga clínica, e realizo psicoterapia individual para adolescentes e adultos. Atendo presencialmente em Copacabana, no Rio de Janeiro, e também online, acompanhando pessoas em diferentes momentos, contextos e fases da vida. Tenho um interesse genuíno pela singularidade de cada pessoa. Por isso, procuro compreender o sofrimento dentro de seu contexto, sem reduzir alguém a um diagnóstico, sintoma ou dificuldade específica.
Avaliações
Depoimentos de pacientes
A Liza me deixou muito à vontade desde a primeira sessão. Eu estava bem nervosa porque nunca tinha feito terapia e nem sabia direito por onde começar. Hoje é um dos poucos lugares onde consigo falar das coisas sem ficar pensando se estou exagerando ou se vão me julgar. Ela é muito atenta e lembra até de coisas que falei há um tempão kkk. Tem me ajudado muito com minha ansiedade e principalmente com a cobrança que eu tenho comigo mesma.
A. S. R.
Comecei a terapia porque estava tendo muitos problemas em casa e na escola e eu ficava com muita raiva por qualquer coisa. No começo eu não queria muito ir porque achava que não ia adiantar. Mas gostei da Liza porque ela não fica falando comigo como se eu fosse criança e também não fica dizendo o que eu tenho que fazer. Hoje consigo perceber melhor quando estou ficando nervoso e algumas coisas que antes viravam uma briga enorme já consigo resolver de outro jeito.
F. S.
Demorei muito para procurar terapia porque tinha coisas que eu simplesmente não conseguia conversar com ninguém. Tinha muito medo de ser julgada e principalmente da reação da minha família. Com a Liza senti que podia falar no meu tempo e sem precisar explicar ou justificar quem eu sou. Parece simples, mas ter um lugar onde você consegue ser você mesma sem ficar se policiando o tempo inteiro muda muita coisa. Sou muito grata por ter encontrado ela.
K. M.
Cheguei na terapia com 30 anos achando que estava atrasada em absolutamente tudo. minhas amigas casando, outras tendo filho, gente crescendo na carreira e eu me sentindo completamente perdida. Eu me comparava o tempo inteiro e qualquer decisão parecia que podia estragar minha vida. A Liza nunca tentou me dizer qual caminho escolher. Ela foi me ajudando a entender o que era realmente importante pra mim e o que eu estava fazendo só porque achava que já deveria ter feito. Ainda sou ansiosa rs, mas hoje consigo tomar decisões com muito mais clareza.
M. L.
Procurei a Liza numa época em que eu estava simplesmente exausta. Trabalho, filhos, casamento, casa, mãe precisando de mim… eu cuidava de todo mundo e ainda me sentia culpada quando não conseguia fazer alguma coisa. O que mais gosto na terapia é que ela me faz pensar. Às vezes saio da sessão com uma pergunta na cabeça que fica comigo a semana inteira. Tenho aprendido muito sobre meus limites e sobre essa necessidade absurda que eu tinha de dar conta de tudo.
M. W. L.
Comecei a terapia depois de uma fase de muitas mudanças. Meus filhos já estavam seguindo a vida deles, meu casamento também estava diferente e eu não estava me reconhecendo muito nem no meu corpo e nem na minha rotina. Foi difícil admitir que eu não sabia mais o que queria. A Liza tem uma forma muito tranquila de conduzir as sessões e nunca senti que ela estava tentando me dar uma resposta pronta. Aos poucos estou voltando a olhar para mim e entendendo que ainda tenho muita coisa que quero viver e construir.
J. P. R.
Perdi pessoas muito importantes nos últimos anos e fui ficando cada vez mais fechada e isolada. Minha família insistiu para que eu procurasse uma psicóloga e hoje agradeço por ter aceitado. Gosto muito da maneira como a Liza me escuta. Ela respeita meu tempo e nunca trata minha idade como se eu não soubesse mais decidir as coisas por mim mesma. Poder falar sobre saudade, medo, solidão e também sobre meus planos tem me feito muito bem. Recomendo com muito carinho.
G. F.
Quando comecei eu nem sabia explicar direito por que estava procurando terapia. Só sabia que não estava bem. Não tinha vontade de fazer as coisas, adiava decisões e parecia que tudo exigia um esforço enorme. A Liza foi me ajudando a organizar isso sem colocar um rótulo em tudo que eu sentia. Uma coisa que gosto muito é que ela não fica só ouvindo em silêncio. Ela pergunta, explica algumas coisas e me faz enxergar situações por outros ângulos. Ainda tenho um caminho pela frente, mas já consigo perceber muita diferença em mim.
H. O. S.
Sempre fui o tipo de pessoa que resolve tudo sozinho e sinceramente achava terapia uma coisa que não combinava muito comigo. Procurei por causa de problemas no meu relacionamento e acabei percebendo várias coisas que eu fazia sem nem notar. Principalmente me fechar quando alguma conversa ficava mais difícil. A Liza é muito profissional e direta. Nunca senti julgamento ou aquele papo de que eu tinha que virar outra pessoa. Tem sido muito bom aprender a entender melhor o que eu sinto e conseguir conversar sobre isso.
U. C. P.

Tire suas dúvidas
Perguntas Frequentes
Como funciona a primeira consulta?
A primeira consulta é um espaço para compreender o que trouxe você à psicoterapia, o momento que está vivendo e o que espera desse processo. Conversamos sobre suas principais dificuldades, sua história e seus objetivos, para começar a construir um acompanhamento adequado às suas necessidades e ao seu contexto.
Quanto tempo dura cada sessão?
Cada sessão tem duração de 50 minutos. Esse tempo é dedicado à compreensão das questões trazidas por você e ao desenvolvimento do processo terapêutico de maneira estruturada, respeitando seu ritmo e suas necessidades.
Com que frequência devo fazer terapia?
A frequência é definida de acordo com as necessidades de cada pessoa e pode ser revista ao longo do processo. Em geral, a psicoterapia começa com encontros semanais, permitindo continuidade ao trabalho desenvolvido entre uma sessão e outra.
Existe um tempo certo de duração da psicoterapia?
Não existe uma duração única que se aplique a todas as pessoas. O tempo de psicoterapia depende das demandas, objetivos, contexto e evolução de cada paciente. O processo terapêutico é acompanhado e reavaliado ao longo do tempo, sempre buscando ampliar autonomia e desenvolver recursos que possam ser utilizados também fora da terapia.
Aceita planos de saúde ou convênios?
Os atendimentos são realizados de forma particular. Caso você possua plano de saúde com possibilidade de reembolso para psicoterapia, vale consultar diretamente a sua operadora sobre as condições disponíveis.
Qual a diferença entre TCC, ACT e DBT?
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) trabalha a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) amplia esse trabalho por meio de conceitos como aceitação, flexibilidade psicológica e valores. Já a Terapia Comportamental Dialética (DBT) oferece recursos importantes para regulação emocional, manejo de emoções intensas, impulsividade e relações interpessoais. São abordagens baseadas em evidências científicas que podem oferecer recursos diferentes ao processo terapêutico.
Preciso ter um diagnóstico para começar a psicoterapia?
Não. A psicoterapia não é destinada apenas a pessoas que possuem um diagnóstico. Você pode procurar acompanhamento diante de sofrimento emocional, dificuldades nos relacionamentos, momentos de mudança ou simplesmente pelo desejo de compreender melhor seus padrões, escolhas, emoções e a maneira como está conduzindo sua vida.
Posso fazer terapia mesmo sem estar passando por uma crise?
Sim. A psicoterapia também pode ser um espaço de autoconhecimento e desenvolvimento emocional. Você pode buscar terapia para compreender padrões, reconhecer seus valores, tomar decisões com maior clareza e construir uma vida mais coerente com aquilo que considera importante, mesmo sem estar vivendo uma crise específica.
Quais questões podem ser trabalhadas na psicoterapia?
Entre as demandas atendidas estão ansiedade, depressão, baixa autoestima, autocrítica excessiva, desregulação emocional, impulsividade, conflitos nos relacionamentos, conjugalidade, parentalidade, dificuldades na tomada de decisões, sensação de vazio e falta de propósito. A psicoterapia também pode trabalhar autoconhecimento, autonomia, flexibilidade psicológica e construção de uma vida mais alinhada aos próprios valores.
Como funciona a psicoterapia para adolescentes?
O processo terapêutico para adolescentes considera as questões próprias dessa fase de formação da identidade, amadurecimento emocional e construção de autonomia. Podem ser trabalhadas questões como ansiedade, autoestima, autocrítica, conflitos familiares, pertencimento, pressão escolar, amizades, relacionamentos, imagem corporal, impulsividade, regulação emocional, sexualidade e incertezas sobre o futuro, sempre considerando a história e o contexto de cada adolescente.
Como funciona a psicoterapia para mulheres?
O acompanhamento considera tanto as demandas individuais quanto questões que podem atravessar diferentes fases da vida da mulher, como relacionamentos, conjugalidade, maternidade, carreira, autocuidado, sobrecarga, envelhecimento, autonomia e expectativas sociais. O objetivo não é determinar como uma mulher deveria viver, mas ajudá-la a compreender suas experiências, reconhecer seus próprios valores e construir escolhas mais coerentes consigo mesma.
Como funciona a terapia online?
A psicoterapia online permite realizar o acompanhamento à distância, mantendo a estrutura e a continuidade do processo terapêutico sem a necessidade de estar fisicamente no consultório. É uma alternativa para quem prefere essa modalidade ou está fora do Rio de Janeiro.
Onde acontece o atendimento presencial em Copacabana?
O atendimento presencial é realizado na Rua Siqueira Campos, 43, em Copacabana, Rio de Janeiro, em uma localização de fácil acesso e próxima ao metrô. Veja no Google Maps.
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