Terapia de regulação emocional, para adolescentes e adultos, com atendimento presencial em Copacabana e online para qualquer lugar do mundo.
O que é regulação emocional?
Regulação emocional envolve a maneira como uma pessoa percebe, compreende e responde às próprias experiências emocionais.
Isso não significa manter a calma o tempo inteiro. Da mesma forma, regular uma emoção não exige deixar de sentir raiva, medo, tristeza, frustração ou ansiedade. As emoções fazem parte da experiência humana. Entretanto, a maneira como respondemos a elas pode produzir consequências diferentes.
Imagine uma conversa em que algo desperta muita raiva. A emoção pode surgir rapidamente e trazer consigo uma vontade intensa de responder, interromper a conversa ou dizer algo naquele momento.
Nesse caso, desenvolver regulação emocional pode ajudar a reconhecer o que está acontecendo e ampliar as possibilidades disponíveis antes de agir. Ou seja, a emoção continua existindo. Porém, ela deixa de ser a única referência possível para a resposta.
Reconhecer o que sente e desenvolver respostas
A regulação emocional está relacionada à capacidade de reconhecer o que se sente e desenvolver maneiras de responder às emoções, inclusive quando elas aparecem com muita intensidade. Às vezes, porém, a reação parece chegar primeiro: uma frustração vira uma explosão, uma contrariedade afeta o restante do dia ou uma conversa termina com palavras que você gostaria de não ter dito. Só depois fica mais claro o que aconteceu.
Nessas situações, podem surgir culpa, arrependimento ou a sensação de que seria preciso ter mais controle sobre si mesma. Contudo, emoções intensas não precisam ser tratadas como uma falha pessoal.
Na psicoterapia, é possível compreender os padrões que aparecem nesses momentos e desenvolver um repertório maior para atravessá-los. Dessa forma, o trabalho pode ampliar o espaço entre sentir algo intensamente e agir a partir dessa emoção.

Quando a emoção parece tomar conta de tudo
Uma experiência emocional intensa pode ocupar grande parte da atenção.
Depois de uma discussão, por exemplo, talvez seja difícil voltar ao trabalho, estudar ou prestar atenção em outra conversa. Em outros momentos, uma frustração relativamente pontual pode continuar repercutindo durante horas. Além disso, a própria intensidade da emoção pode dificultar a compreensão do que aconteceu.
Às vezes, a pessoa percebe primeiro a vontade de agir. Somente mais tarde consegue identificar se havia raiva, medo, vergonha, frustração, insegurança ou uma combinação de diferentes emoções. Por isso, dizer simplesmente “controle suas emoções” oferece pouca ajuda para compreender esse funcionamento.
Antes de pensar em respostas diferentes, pode ser necessário reconhecer quais situações costumam provocar essas experiências, o que acontece naquele momento e quais comportamentos aparecem em seguida.
Sentir intensamente significa perder o controle?
É comum associar regulação emocional à ideia de controle. Porém, essa associação pode criar uma expectativa difícil de sustentar: a de que uma pessoa emocionalmente saudável deveria conseguir controlar aquilo que sente.
Nem sempre é possível escolher quando uma emoção aparecerá. Uma crítica pode provocar raiva. Uma rejeição pode despertar tristeza. Uma situação incerta pode gerar ansiedade. Da mesma forma, um conflito pode trazer várias emoções ao mesmo tempo.
A questão passa a ser o que acontece a partir daí. Nesse sentido, desenvolver repertório emocional permite ampliar as respostas possíveis diante daquilo que já está sendo sentido. Assim, a pessoa pode reconhecer a emoção sem precisar agir automaticamente de acordo com o primeiro impulso.
Esse processo também reduz a necessidade de dividir as emoções entre aquelas que poderiam existir e aquelas que deveriam ser eliminadas.

O que acontece depois de uma reação intensa?
A dificuldade nem sempre termina quando a emoção diminui.
Depois de uma explosão ou de uma resposta impulsiva, algumas pessoas entram em outro ciclo emocional. Nesse momento, podem aparecer vergonha, culpa, autocrítica e preocupação com as consequências.
Em seguida, pensamentos como “eu estrago tudo”, “eu deveria conseguir me controlar” ou “por que sou assim?” podem aumentar ainda mais o sofrimento. Assim, uma situação específica começa a alimentar conclusões mais amplas sobre a própria pessoa.
Esse padrão merece atenção porque a autocrítica nem sempre ajuda a construir respostas diferentes. Às vezes, ela acrescenta sofrimento sem esclarecer o que aconteceu.
Na psicoterapia, compreender uma reação não significa retirar a responsabilidade pelas consequências de um comportamento. Pelo contrário, essa compreensão pode ajudar a identificar o que precisa ser trabalhado para que outras possibilidades apareçam no futuro.
Regulação emocional nos relacionamentos
Muitas dificuldades de regulação emocional ficam especialmente visíveis nas relações. Afinal, vínculos importantes podem despertar medo de rejeição, insegurança, raiva, frustração, ciúme, culpa e outras experiências intensas.
Durante um conflito, por exemplo, pode existir uma necessidade urgente de resolver a situação. Em outros casos, a vontade pode ser encerrar a conversa imediatamente ou se afastar. Quando a emoção assume o centro da interação, também pode ficar mais difícil comunicar aquilo que realmente importa.
Por isso, desenvolver habilidades emocionais pode contribuir para os relacionamentos. Ao reconhecer melhor o que acontece internamente, a pessoa pode ampliar a capacidade de comunicar necessidades, estabelecer limites e atravessar conflitos. Ainda assim, regulação emocional não significa evitar discussões ou permanecer calma diante de qualquer situação. Relações envolvem diferenças, frustrações e desconfortos.
O objetivo, portanto, é ampliar o repertório disponível para lidar com essas experiências.
Quando um episódio parece estragar o dia inteiro
Às vezes, a situação termina, mas emocionalmente ela continua presente.
Uma crítica recebida pela manhã pode permanecer ocupando a atenção durante o restante do dia. Da mesma forma, um conflito pode interferir no trabalho, em outras relações e até na maneira como a pessoa interpreta acontecimentos posteriores.
Isso acontece porque uma emoção não desaparece necessariamente quando a situação que a provocou termina.
Entretanto, perceber esse prolongamento pode ajudar a observar como a experiência se desenvolve.
Talvez a pessoa continue retomando mentalmente a conversa. Talvez surjam novos pensamentos que intensifiquem a emoção. Ou, ainda, ela pode começar a interpretar outros acontecimentos a partir do estado emocional em que já se encontra.
Nesse sentido, a regulação emocional também envolve reconhecer quando uma experiência continua repercutindo e desenvolver recursos para atravessá-la sem permitir que um único episódio organize todo o restante do dia.
Reprimir emoções ajuda a regulá-las?
Quando sentir parece difícil, esconder ou afastar a emoção pode parecer uma solução. Por vezes, uma pessoa consegue seguir funcionando dessa maneira durante algum tempo. Contudo, não expressar uma emoção e conseguir lidar com ela são processos diferentes.
Também existe uma diferença entre sentir e agir.
Reconhecer raiva, por exemplo, não exige responder agressivamente. Da mesma forma, reconhecer tristeza não significa que a pessoa precise abandonar suas atividades até que ela desapareça. Por isso, desenvolver regulação emocional pode envolver uma relação mais consciente com aquilo que se sente. Em vez de tratar cada emoção como algo que precisa ser imediatamente eliminado, a pessoa pode aprender a identificá-la, compreender seu contexto e escolher como deseja responder.
Como a psicoterapia trabalha a regulação emocional?
Na minha prática clínica, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) oferece uma base para compreender as relações entre pensamentos, emoções e comportamentos. Além disso, integro principalmente recursos da Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) e da Terapia Comportamental Dialética (DBT), conforme as necessidades de cada paciente.
A DBT acrescenta recursos especialmente relacionados ao manejo de emoções intensas, à regulação emocional, à impulsividade e ao desenvolvimento de habilidades para os relacionamentos.
Na prática, o processo pode ajudar a observar o que acontece antes de uma reação, reconhecer a experiência emocional e compreender quais respostas costumam aparecer. A partir disso, novas habilidades podem ampliar o repertório disponível diante de situações semelhantes. Ao mesmo tempo, recursos da ACT podem contribuir para desenvolver uma relação mais flexível com pensamentos e emoções. Assim, sentir algo intensamente não precisa determinar automaticamente a ação seguinte.
Essas abordagens são integradas de maneira individualizada, considerando a história, o contexto e os objetivos de cada paciente.
É possível aprender a lidar melhor com emoções intensas?
O repertório emocional pode ser desenvolvido ao longo do processo terapêutico.
Primeiramente, reconhecer padrões ajuda a tornar mais claro aquilo que acontece em determinadas situações. Com o tempo, a pessoa pode identificar emoções, pensamentos e impulsos com maior consciência. Além disso, desenvolver novas habilidades amplia as respostas possíveis diante de situações difíceis.
Esse ponto é importante porque compreender uma reação não encerra necessariamente o trabalho. O autoconhecimento ganha uma dimensão prática quando permite construir outras formas de agir, relacionar-se e conduzir situações emocionalmente exigentes. Ao mesmo tempo, esse desenvolvimento não exige uma mudança imediata.
Novas respostas podem ser construídas gradualmente, respeitando a história, o contexto e as necessidades de cada pessoa.

Regulação emocional na adolescência
A adolescência envolve processos de amadurecimento emocional, formação da identidade e construção de autonomia. Nesse período, dificuldades relacionadas à regulação emocional e à impulsividade também podem aparecer entre outras questões vividas pelo adolescente. Além disso, conflitos familiares, pertencimento, pressão escolar, comparação social, amizades, primeiros relacionamentos e incertezas sobre o futuro podem fazer parte desse contexto.
Por isso, o acompanhamento considera tanto aquilo que o adolescente sente quanto as circunstâncias em que essas experiências acontecem. Nesse processo, desenvolver repertório emocional pode favorecer maior compreensão sobre as próprias respostas e ampliar possibilidades diante de situações difíceis. Ao mesmo tempo, o trabalho respeita o momento de desenvolvimento e a singularidade de cada adolescente.

Quando vale olhar com mais atenção para esse padrão?
Uma reação emocional isolada não define uma pessoa. Todos podem dizer algo de que se arrependem, passar horas afetados por uma situação ou responder impulsivamente em algum momento.
Entretanto, observar a frequência e as consequências desses episódios pode ajudar a perceber quando o padrão merece maior atenção.
Talvez emoções intensas estejam produzindo conflitos recorrentes. Talvez a culpa depois das reações tenha se tornado frequente. Ou talvez exista a sensação de que determinadas emoções assumem o controle das decisões. Nesses casos, compreender o padrão pode ser mais produtivo do que simplesmente aumentar a cobrança para “ter mais controle”.
Afinal, construir repertório envolve reconhecer o que acontece e desenvolver novas habilidades para lidar com situações semelhantes.
Criar espaço entre sentir e agir
A regulação emocional não exige transformar emoções intensas em experiências pequenas ou perfeitamente controláveis.
O desenvolvimento acontece, sobretudo, quando a pessoa amplia sua capacidade de reconhecer aquilo que sente e percebe que pode construir diferentes respostas. Com isso, uma frustração ainda pode ser frustrante. Uma crítica ainda pode doer. Da mesma forma, um conflito pode continuar despertando raiva, medo ou insegurança. Porém, essas emoções não precisam decidir sozinhas o que acontece em seguida.
Em última análise, desenvolver repertório emocional significa ampliar possibilidades. Quando existe mais espaço entre sentir e agir, também existe mais espaço para escolher uma resposta coerente com a situação, com as relações envolvidas e com aquilo que importa para você.

Como atendo?
Formatos de Atendimento
Terapia Presencial em Copacabana
Atendo presencialmente na Rua Siqueira Campos, 43, em Copacabana, em uma localização central e de fácil acesso na Zona Sul do Rio de Janeiro. O formato presencial pode fazer sentido para quem prefere realizar a psicoterapia em um espaço reservado fora de casa e manter esse momento separado da rotina do dia a dia. Para quem estuda, mora, trabalha ou circula pela região, a localização também facilita a continuidade do acompanhamento sem grandes deslocamentos.
Terapia Online para Brasileiros em todo o mundo
A terapia online permite realizar as sessões em português mesmo para quem vive fora do Brasil, mantendo o acompanhamento independentemente da localização. O formato também traz praticidade para quem tem uma rotina dinâmica, viaja com frequência ou prefere fazer terapia de casa, sem a necessidade de deslocamento até o consultório. Assim, brasileiros em diferentes lugares do mundo podem incluir a psicoterapia na rotina com mais flexibilidade e continuidade.
Vamos iniciar essa conversa?
😓
A Cabeça que Não Desliga
A mente antecipa, revisa e cobra. Mesmo depois de você já ter feito o que podia. Descansar parece perigoso, porque sempre parece faltar alguma coisa. Você não precisa eliminar essa cobrança para viver bem: pode entender de onde ela vem e aprender a se relacionar com ela de outro jeito.
🤯
Quando a Emoção Vem Antes de Você Entender
Uma frustração vira explosão. Uma contrariedade vira o dia inteiro perdido. Às vezes você reage antes de saber o que sentiu, e só depois vem a culpa pelo que disse ou fez. Não é falta de controle. É falta de repertório para lidar com emoções intensas. Esse repertório pode ser construído.
🫣
Baixa Autoestima e Sensação de Não Pertencer
Comparar-se, duvidar de si, sentir que os outros têm mais certeza do que você. Pode vir da escola, de um grupo, da família, de uma fase inteira da vida. Entender de onde vem esse padrão é o primeiro passo para deixar de depender da aprovação de fora para se sentir suficiente.
💔
Relacionamentos que Geram Sofrimento
A mesma discussão, do mesmo jeito, com pessoas diferentes. Silêncios que pesam mais do que deveriam. Nem sempre o problema está no outro. Ás vezes é só um padrão que se repete de relação em relação. Reconhecer esse padrão vem antes de decidir o que fazer com ele.
🧭
Medo de Escolher e Incertezas sobre o Futuro
Vestibular, carreira, casamento, ter ou não ter filhos, mudar de cidade, terminar um relacionamento. Decisões grandes chegam sem manual. Às vezes o medo de errar trava mais do que a decisão em si. A terapia não escolhe por você, mas ajuda a clarear o que realmente importa para que a escolha seja sua, e não uma reação ao medo.
🫤
Sensação de Vazio e Falta de Propósito
Cumprir a agenda, dar conta do esperado, seguir em frente. E ainda sentir que falta alguma coisa. Nem sempre é crise. Às vezes é sinal de que vale a pena parar e perguntar: isso que venho construindo é o que eu valorizo, ou só o que sobrou depois de tentar dar conta de tudo?
Sobre mim
Sou Liza Rizzini, psicóloga clínica, e realizo psicoterapia individual para adolescentes e adultos. Atendo presencialmente em Copacabana, no Rio de Janeiro, e também online, acompanhando pessoas em diferentes momentos, contextos e fases da vida. Tenho um interesse genuíno pela singularidade de cada pessoa. Por isso, procuro compreender o sofrimento dentro de seu contexto, sem reduzir alguém a um diagnóstico, sintoma ou dificuldade específica.
Avaliações
Depoimentos de pacientes
A Liza me deixou muito à vontade desde a primeira sessão. Eu estava bem nervosa porque nunca tinha feito terapia e nem sabia direito por onde começar. Hoje é um dos poucos lugares onde consigo falar das coisas sem ficar pensando se estou exagerando ou se vão me julgar. Ela é muito atenta e lembra até de coisas que falei há um tempão kkk. Tem me ajudado muito com minha ansiedade e principalmente com a cobrança que eu tenho comigo mesma.
A. S. R.
Comecei a terapia porque estava tendo muitos problemas em casa e na escola e eu ficava com muita raiva por qualquer coisa. No começo eu não queria muito ir porque achava que não ia adiantar. Mas gostei da Liza porque ela não fica falando comigo como se eu fosse criança e também não fica dizendo o que eu tenho que fazer. Hoje consigo perceber melhor quando estou ficando nervoso e algumas coisas que antes viravam uma briga enorme já consigo resolver de outro jeito.
F. S.
Demorei muito para procurar terapia porque tinha coisas que eu simplesmente não conseguia conversar com ninguém. Tinha muito medo de ser julgada e principalmente da reação da minha família. Com a Liza senti que podia falar no meu tempo e sem precisar explicar ou justificar quem eu sou. Parece simples, mas ter um lugar onde você consegue ser você mesma sem ficar se policiando o tempo inteiro muda muita coisa. Sou muito grata por ter encontrado ela.
K. M.
Cheguei na terapia com 30 anos achando que estava atrasada em absolutamente tudo. minhas amigas casando, outras tendo filho, gente crescendo na carreira e eu me sentindo completamente perdida. Eu me comparava o tempo inteiro e qualquer decisão parecia que podia estragar minha vida. A Liza nunca tentou me dizer qual caminho escolher. Ela foi me ajudando a entender o que era realmente importante pra mim e o que eu estava fazendo só porque achava que já deveria ter feito. Ainda sou ansiosa rs, mas hoje consigo tomar decisões com muito mais clareza.
M. L.
Procurei a Liza numa época em que eu estava simplesmente exausta. Trabalho, filhos, casamento, casa, mãe precisando de mim… eu cuidava de todo mundo e ainda me sentia culpada quando não conseguia fazer alguma coisa. O que mais gosto na terapia é que ela me faz pensar. Às vezes saio da sessão com uma pergunta na cabeça que fica comigo a semana inteira. Tenho aprendido muito sobre meus limites e sobre essa necessidade absurda que eu tinha de dar conta de tudo.
M. W. L.
Comecei a terapia depois de uma fase de muitas mudanças. Meus filhos já estavam seguindo a vida deles, meu casamento também estava diferente e eu não estava me reconhecendo muito nem no meu corpo e nem na minha rotina. Foi difícil admitir que eu não sabia mais o que queria. A Liza tem uma forma muito tranquila de conduzir as sessões e nunca senti que ela estava tentando me dar uma resposta pronta. Aos poucos estou voltando a olhar para mim e entendendo que ainda tenho muita coisa que quero viver e construir.
J. P. R.
Perdi pessoas muito importantes nos últimos anos e fui ficando cada vez mais fechada e isolada. Minha família insistiu para que eu procurasse uma psicóloga e hoje agradeço por ter aceitado. Gosto muito da maneira como a Liza me escuta. Ela respeita meu tempo e nunca trata minha idade como se eu não soubesse mais decidir as coisas por mim mesma. Poder falar sobre saudade, medo, solidão e também sobre meus planos tem me feito muito bem. Recomendo com muito carinho.
G. F.
Quando comecei eu nem sabia explicar direito por que estava procurando terapia. Só sabia que não estava bem. Não tinha vontade de fazer as coisas, adiava decisões e parecia que tudo exigia um esforço enorme. A Liza foi me ajudando a organizar isso sem colocar um rótulo em tudo que eu sentia. Uma coisa que gosto muito é que ela não fica só ouvindo em silêncio. Ela pergunta, explica algumas coisas e me faz enxergar situações por outros ângulos. Ainda tenho um caminho pela frente, mas já consigo perceber muita diferença em mim.
H. O. S.
Sempre fui o tipo de pessoa que resolve tudo sozinho e sinceramente achava terapia uma coisa que não combinava muito comigo. Procurei por causa de problemas no meu relacionamento e acabei percebendo várias coisas que eu fazia sem nem notar. Principalmente me fechar quando alguma conversa ficava mais difícil. A Liza é muito profissional e direta. Nunca senti julgamento ou aquele papo de que eu tinha que virar outra pessoa. Tem sido muito bom aprender a entender melhor o que eu sinto e conseguir conversar sobre isso.
U. C. P.

Tire suas dúvidas
Perguntas Frequentes
Como funciona a primeira consulta?
A primeira consulta é um espaço para compreender o que trouxe você à psicoterapia, o momento que está vivendo e o que espera desse processo. Conversamos sobre suas principais dificuldades, sua história e seus objetivos, para começar a construir um acompanhamento adequado às suas necessidades e ao seu contexto.
Quanto tempo dura cada sessão?
Cada sessão tem duração de 50 minutos. Esse tempo é dedicado à compreensão das questões trazidas por você e ao desenvolvimento do processo terapêutico de maneira estruturada, respeitando seu ritmo e suas necessidades.
Com que frequência devo fazer terapia?
A frequência é definida de acordo com as necessidades de cada pessoa e pode ser revista ao longo do processo. Em geral, a psicoterapia começa com encontros semanais, permitindo continuidade ao trabalho desenvolvido entre uma sessão e outra.
Existe um tempo certo de duração da psicoterapia?
Não existe uma duração única que se aplique a todas as pessoas. O tempo de psicoterapia depende das demandas, objetivos, contexto e evolução de cada paciente. O processo terapêutico é acompanhado e reavaliado ao longo do tempo, sempre buscando ampliar autonomia e desenvolver recursos que possam ser utilizados também fora da terapia.
Aceita planos de saúde ou convênios?
Os atendimentos são realizados de forma particular. Caso você possua plano de saúde com possibilidade de reembolso para psicoterapia, vale consultar diretamente a sua operadora sobre as condições disponíveis.
Qual a diferença entre TCC, ACT e DBT?
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) trabalha a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) amplia esse trabalho por meio de conceitos como aceitação, flexibilidade psicológica e valores. Já a Terapia Comportamental Dialética (DBT) oferece recursos importantes para regulação emocional, manejo de emoções intensas, impulsividade e relações interpessoais. São abordagens baseadas em evidências científicas que podem oferecer recursos diferentes ao processo terapêutico.
Preciso ter um diagnóstico para começar a psicoterapia?
Não. A psicoterapia não é destinada apenas a pessoas que possuem um diagnóstico. Você pode procurar acompanhamento diante de sofrimento emocional, dificuldades nos relacionamentos, momentos de mudança ou simplesmente pelo desejo de compreender melhor seus padrões, escolhas, emoções e a maneira como está conduzindo sua vida.
Posso fazer terapia mesmo sem estar passando por uma crise?
Sim. A psicoterapia também pode ser um espaço de autoconhecimento e desenvolvimento emocional. Você pode buscar terapia para compreender padrões, reconhecer seus valores, tomar decisões com maior clareza e construir uma vida mais coerente com aquilo que considera importante, mesmo sem estar vivendo uma crise específica.
Quais questões podem ser trabalhadas na psicoterapia?
Entre as demandas atendidas estão ansiedade, depressão, baixa autoestima, autocrítica excessiva, desregulação emocional, impulsividade, conflitos nos relacionamentos, conjugalidade, parentalidade, dificuldades na tomada de decisões, sensação de vazio e falta de propósito. A psicoterapia também pode trabalhar autoconhecimento, autonomia, flexibilidade psicológica e construção de uma vida mais alinhada aos próprios valores.
Como funciona a psicoterapia para adolescentes?
O processo terapêutico para adolescentes considera as questões próprias dessa fase de formação da identidade, amadurecimento emocional e construção de autonomia. Podem ser trabalhadas questões como ansiedade, autoestima, autocrítica, conflitos familiares, pertencimento, pressão escolar, amizades, relacionamentos, imagem corporal, impulsividade, regulação emocional, sexualidade e incertezas sobre o futuro, sempre considerando a história e o contexto de cada adolescente.
Como funciona a psicoterapia para mulheres?
O acompanhamento considera tanto as demandas individuais quanto questões que podem atravessar diferentes fases da vida da mulher, como relacionamentos, conjugalidade, maternidade, carreira, autocuidado, sobrecarga, envelhecimento, autonomia e expectativas sociais. O objetivo não é determinar como uma mulher deveria viver, mas ajudá-la a compreender suas experiências, reconhecer seus próprios valores e construir escolhas mais coerentes consigo mesma.
Como funciona a terapia online?
A psicoterapia online permite realizar o acompanhamento à distância, mantendo a estrutura e a continuidade do processo terapêutico sem a necessidade de estar fisicamente no consultório. É uma alternativa para quem prefere essa modalidade ou está fora do Rio de Janeiro.
Onde acontece o atendimento presencial em Copacabana?
O atendimento presencial é realizado na Rua Siqueira Campos, 43, em Copacabana, Rio de Janeiro, em uma localização de fácil acesso e próxima ao metrô. Veja no Google Maps.
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