A psicoterapia pode fazer sentido quando emoções, pensamentos, comportamentos ou relações começam a gerar sofrimento. Porém, uma pessoa não precisa esperar uma crise para procurar acompanhamento psicológico. O processo também pode ajudar quem deseja compreender padrões que se repetem, lidar com mudanças, desenvolver recursos emocionais ou tomar decisões com maior clareza.
Ainda existe a ideia de que procurar terapia depende da existência de um problema grave ou de um diagnóstico. Essa percepção pode fazer com que algumas pessoas adiem o cuidado porque acreditam que aquilo que vivem ainda não seria “suficiente” para buscar ajuda.
Na prática, existem diferentes motivos para iniciar um processo terapêutico. O ponto de partida pode ser uma dificuldade específica, uma fase de transição ou até a sensação de que determinados aspectos da vida merecem ser compreendidos com mais atenção.

O que é psicoterapia?
A psicoterapia é um processo de acompanhamento psicológico realizado a partir de conhecimentos e métodos próprios da Psicologia.
Durante as sessões, psicólogo e paciente trabalham questões relacionadas à experiência daquela pessoa. Assim, pensamentos, emoções, comportamentos, relações, dificuldades e escolhas podem ser compreendidos dentro de seu contexto.
Esse trabalho também considera os objetivos construídos ao longo do acompanhamento. Uma pessoa pode chegar porque está enfrentando ansiedade, por exemplo, enquanto outra busca compreender por que determinados padrões aparecem repetidamente em seus relacionamentos.
O processo terapêutico, portanto, considera a singularidade de cada experiência. Ainda que duas pessoas apresentem dificuldades semelhantes, a história, o contexto e a maneira como cada uma responde ao que vive podem ser diferentes.
É preciso ter um diagnóstico para fazer terapia?
Não. A busca por psicoterapia não precisa começar a partir de um diagnóstico.
Algumas pessoas procuram acompanhamento quando percebem sofrimento emocional persistente. Outras chegam em momentos de mudança, conflitos nos relacionamentos, dificuldades para tomar decisões ou questionamentos sobre a própria vida.
Também é possível iniciar terapia por interesse em autoconhecimento. Nesse caso, a pessoa pode desejar compreender melhor seus padrões, reconhecer o que influencia determinadas escolhas ou desenvolver novas maneiras de responder às situações.
Um diagnóstico, quando existe, representa apenas uma parte das informações relevantes sobre alguém. Afinal, compreender uma pessoa envolve considerar também sua história, suas relações, seus valores, seu contexto e as situações que atravessa.
Por esse motivo, a psicoterapia não precisa ser reservada apenas a quem consegue nomear previamente o que está acontecendo.
Quando procurar psicoterapia?
Não existe um único momento correto para iniciar terapia. Ainda assim, alguns sinais podem indicar que determinada experiência merece mais atenção.
Uma preocupação pode começar a ocupar grande parte do dia. Um conflito pode se repetir em diferentes relações. Da mesma forma, a pessoa pode perceber que determinadas emoções são difíceis de manejar ou que a autocrítica influencia constantemente a maneira como se percebe.
Também existem momentos em que nenhuma questão isolada parece explicar o desconforto. A vida continua funcionando, mas surge uma sensação de vazio, falta de direção ou distanciamento daquilo que a pessoa considera importante.
Em casos como esses, a psicoterapia pode oferecer um espaço para organizar a experiência e compreender o que está acontecendo.
Buscar acompanhamento também pode fazer sentido antes que uma dificuldade alcance seu limite. Quando uma pessoa percebe que algo vem causando sofrimento ou restringindo sua vida, já existe uma questão possível de ser trabalhada.
Ansiedade pode ser um motivo para procurar terapia?
A ansiedade faz parte da experiência humana e pode aparecer diante de situações importantes, novas ou incertas. Contudo, vale observar quando a preocupação começa a ocupar espaço excessivo.
Uma pessoa pode passar muito tempo antecipando problemas, revisando decisões ou tentando prever todas as possibilidades antes de agir. Como resultado, descansar se torna difícil mesmo quando nenhuma ação imediata precisa ser tomada.
Em outros casos, a ansiedade começa a influenciar comportamentos. A pessoa evita situações, adia decisões ou deixa de participar de experiências porque teme o desconforto que poderá sentir.
A psicoterapia pode ajudar a compreender como esse funcionamento aparece na vida daquela pessoa. A partir disso, torna-se possível observar pensamentos, emoções e comportamentos envolvidos, bem como desenvolver outros recursos para lidar com situações de incerteza.
O objetivo não precisa ser eliminar toda ansiedade. Afinal, sentir algum nível de preocupação diante de determinadas experiências é esperado. O trabalho pode envolver, principalmente, ampliar a capacidade de agir mesmo quando nem tudo oferece certeza.
Emoções intensas também podem ser trabalhadas
Algumas pessoas percebem que determinadas emoções chegam com muita intensidade.
Uma frustração pode rapidamente se transformar em uma reação impulsiva. Depois de uma discussão, por exemplo, a pessoa pode se arrepender do que disse e não compreender por que foi tão difícil responder de outra maneira naquele momento.
Outras pessoas tentam evitar emoções desconfortáveis. Nesse caso, podem se afastar de situações, conversas ou experiências para não entrar em contato com aquilo que sentem.
A psicoterapia pode ajudar a identificar emoções, compreender o contexto em que surgem e ampliar o repertório disponível para lidar com elas.
A regulação emocional ocupa um lugar importante nesse processo porque sentir uma emoção e agir imediatamente a partir dela são experiências diferentes. Com o desenvolvimento de novas habilidades, a pessoa pode construir mais possibilidades entre aquilo que sente e aquilo que faz.
E quando o problema parece estar nos relacionamentos?
Relacionamentos também estão entre os motivos que podem levar alguém à terapia.
Às vezes, uma pessoa percebe que determinadas discussões se repetem. Em outros casos, encontra dificuldade para comunicar necessidades, estabelecer limites ou lidar com a possibilidade de desagradar alguém.
Também pode existir medo de rejeição, necessidade constante de aprovação ou dificuldade para compreender a própria participação nos conflitos.
Nesse sentido, a psicoterapia permite observar padrões relacionais sem partir automaticamente da ideia de que existe um único responsável por tudo o que acontece.
A pessoa pode compreender como interpreta determinadas situações e como costuma responder a elas. Ao mesmo tempo, pode desenvolver recursos para comunicação, limites e manejo das próprias emoções dentro das relações.
Essa compreensão também pode ajudar a diferenciar aquilo que está sob sua responsabilidade daquilo que pertence às escolhas e aos comportamentos do outro.
Autocrítica e autoestima podem aparecer na psicoterapia
Uma pessoa pode realizar muitas coisas e, ainda assim, sentir que nunca faz o suficiente.
A autocrítica pode aparecer depois de erros, decisões e situações de avaliação. Às vezes, surge até mesmo depois de uma conquista, quando a pessoa imediatamente encontra algo que poderia ter sido melhor.
Com o passar do tempo, esse padrão pode influenciar a autoestima e a maneira como novos desafios são enfrentados.
A psicoterapia permite observar quais critérios a pessoa utiliza para avaliar a si mesma. Em especial, pode ser útil perceber quando um erro específico se transforma em uma conclusão geral sobre capacidade ou valor pessoal.
Esse processo também pode revelar o papel da comparação, do perfeccionismo e da necessidade de aprovação.
A partir dessa compreensão, a pessoa pode desenvolver avaliações mais contextualizadas sobre si, reconhecendo dificuldades sem transformar cada imperfeição em uma medida de quem ela é.
Terapia também pode ajudar em momentos de escolha
Nem toda procura por terapia começa com um sintoma claramente definido.
Vestibular, carreira, mudanças profissionais, relacionamentos, casamento, maternidade, separação ou mudança de cidade podem trazer decisões difíceis. Ao mesmo tempo, escolher pode despertar medo de arrependimento e dúvidas sobre o futuro.
A psicoterapia não oferece uma resposta pronta sobre qual caminho seguir. Porém, o processo pode ajudar a identificar o que está participando daquela decisão.
Uma pessoa pode perceber que determinada escolha está sendo orientada principalmente pelo medo de decepcionar alguém. Outra pode descobrir que tenta encontrar uma opção sem qualquer risco antes de decidir.
Valores pessoais também podem ganhar espaço nesse trabalho. Quando a pessoa compreende melhor aquilo que considera importante, consegue incluir essa informação entre os critérios usados para escolher.
A incerteza pode continuar existindo. Ainda assim, a decisão pode se tornar mais coerente com a vida que aquela pessoa deseja construir.
É possível fazer terapia mesmo quando a vida parece estar bem?
Sim. O sofrimento intenso não é o único motivo possível para procurar psicoterapia.
Algumas pessoas percebem que a vida funciona de acordo com o esperado e, ao mesmo tempo, sentem dificuldade para identificar o que realmente desejam. Outras cumprem responsabilidades, mantêm relações e seguem a rotina, mas têm a sensação de estar vivendo no automático.
Também pode surgir interesse em compreender padrões antes que eles produzam consequências maiores.
Nesse contexto, o autoconhecimento pode ter uma função prática. Perceber como a pessoa pensa, sente e age em determinadas situações permite reconhecer escolhas automáticas e ampliar possibilidades de resposta. A psicoterapia pode, dessa maneira, acompanhar tanto períodos de sofrimento quanto processos de mudança, amadurecimento e reflexão sobre a própria direção.
Psicoterapia é só conversar?
A conversa ocupa um lugar importante na terapia, mas o processo não se resume a falar sobre acontecimentos da semana.
Dependendo da abordagem e das necessidades do paciente, as sessões podem envolver identificação de padrões, compreensão de pensamentos e emoções, desenvolvimento de habilidades e observação de comportamentos.
Na prática, aquilo que acontece fora das sessões também importa. Afinal, é na vida cotidiana que a pessoa encontra as situações, relações e escolhas relacionadas às questões trabalhadas. Por isso, a psicoterapia pode estabelecer uma relação entre aquilo que é compreendido durante as sessões e a maneira como a pessoa responde às experiências do dia a dia.
A conversa oferece um meio para essa compreensão, enquanto o processo terapêutico organiza o trabalho a partir de objetivos e de uma perspectiva clínica.
Como funciona a psicoterapia baseada em evidências?
A expressão psicologia baseada em evidências se relaciona ao uso responsável do conhecimento científico na prática profissional.
Nesse contexto, a atuação clínica considera evidências disponíveis, conhecimento profissional e características da pessoa atendida. Isso permite que a técnica seja utilizada de maneira contextualizada.
Na minha prática clínica, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) funciona como base. Ao mesmo tempo, recursos da Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) e da Terapia Comportamental Dialética (DBT) podem ser integrados conforme as necessidades e os objetivos de cada paciente.
Essas abordagens compartilham raízes comportamentais e cognitivas, mas oferecem recursos diferentes para compreender e trabalhar experiências psicológicas.
A integração permite selecionar estratégias de acordo com aquilo que aparece no processo, preservando a individualidade do acompanhamento.
Qual é o papel da Terapia Cognitivo-Comportamental?
A Terapia Cognitivo-Comportamental permite compreender relações entre pensamentos, emoções e comportamentos.
Uma situação pode ser interpretada de diferentes maneiras e, consequentemente, produzir respostas distintas. Por exemplo, uma pessoa pode receber uma mensagem curta e interpretar que o outro está irritado. A partir dessa interpretação, ansiedade ou insegurança podem aparecer antes mesmo de existir confirmação sobre o que aconteceu.
Durante a terapia, padrões como esse podem ser identificados e examinados dentro de seu contexto.
A TCC também permite observar comportamentos que mantêm determinadas dificuldades. Uma pessoa ansiosa pode evitar situações para sentir alívio imediato e, com isso, reforçar a percepção de que não conseguiria enfrentá-las.
Compreender essas relações abre espaço para experimentar respostas diferentes e desenvolver novos repertórios.

Como a ACT pode contribuir para o processo?
A Terapia de Aceitação e Compromisso, conhecida como ACT, trabalha especialmente com flexibilidade psicológica.
Algumas pessoas organizam grande parte de suas escolhas em torno da tentativa de evitar pensamentos e emoções difíceis. Nesse caso, sentir medo pode ser interpretado como sinal de que não devem agir, enquanto a presença de insegurança pode levar ao adiamento de uma decisão.
A ACT amplia a possibilidade de perceber essas experiências sem permitir que determinem automaticamente o comportamento.
Ao mesmo tempo, valores ocupam um papel importante nessa abordagem. Eles ajudam a reconhecer direções significativas para a vida, ainda que o caminho envolva desconforto ou incerteza.
Em termos práticos, a pessoa pode aprender a perguntar não apenas como deixar de sentir algo, mas também como deseja agir diante daquilo que sente.

E qual é a contribuição da DBT?
A Terapia Comportamental Dialética, ou DBT, oferece recursos especialmente relacionados à regulação emocional, tolerância ao mal-estar e habilidades interpessoais.
Esses recursos podem ser relevantes quando emoções intensas dificultam a capacidade de escolher como responder a determinada situação.
Uma pessoa pode, por exemplo, reagir impulsivamente durante um conflito e perceber apenas depois que gostaria de ter agido de outra maneira. Em situações como essa, desenvolver repertório pode criar mais possibilidades entre a emoção e a resposta.
Habilidades interpessoais também podem ajudar em questões relacionadas à comunicação de necessidades e ao estabelecimento de limites.
Na prática clínica de Liza, recursos da DBT podem ser integrados ao acompanhamento conforme aquilo que cada paciente apresenta e necessita trabalhar.

Por que integrar TCC, ACT e DBT?
Uma pessoa não chega à terapia dividida em categorias de abordagem.
A mesma experiência pode envolver pensamentos rígidos, emoções intensas, comportamentos de evitação, conflitos relacionais e dúvidas sobre valores. Por isso, diferentes recursos podem contribuir em momentos distintos do processo.
A TCC oferece uma base para compreender relações entre pensamentos, emoções e comportamentos. Por sua vez, a ACT pode ampliar a flexibilidade diante de experiências internas e aproximar escolhas de valores pessoais.
Recursos da DBT podem acrescentar habilidades relacionadas à regulação emocional e às relações interpessoais.
A integração dessas perspectivas permite adaptar o acompanhamento às necessidades apresentadas, em vez de aplicar os mesmos recursos de maneira automática a todas as pessoas.
Quanto tempo leva para a psicoterapia funcionar?
Não existe um prazo único que possa ser aplicado a todas as pessoas.
O tempo de acompanhamento pode variar conforme a questão trabalhada, os objetivos, a história do paciente, o contexto e aquilo que acontece ao longo do processo.
Além disso, diferentes mudanças podem ocorrer em ritmos diferentes. Uma pessoa pode compreender determinado padrão rapidamente e precisar de mais tempo para desenvolver outras formas de responder a ele.
Criar uma previsão universal de resultados desconsideraria essas diferenças.
Por isso, expectativas sobre o processo podem ser conversadas ao longo do acompanhamento. O psicólogo e o paciente podem observar objetivos, mudanças percebidas e questões que ainda precisam ser trabalhadas.
Essa avaliação também ajuda a manter a psicoterapia relacionada às necessidades concretas da pessoa.

Terapia online ou presencial?
A psicoterapia pode acontecer em diferentes formatos, e a escolha pode considerar rotina, localização, preferência e condições para realizar as sessões.
No atendimento presencial, paciente e psicóloga compartilham o espaço físico do consultório. Esse formato pode fazer sentido para quem prefere separar o momento da terapia de outros ambientes da rotina.
A terapia online, por sua vez, permite realizar as sessões à distância. Com isso, brasileiros que vivem em outras cidades ou países podem manter o acompanhamento em português, desde que disponham de condições adequadas para participar das sessões.
Privacidade e possibilidade de conversar com tranquilidade são aspectos importantes em qualquer formato.
Existem as duas possibilidades: atendimento presencial em Copacabana, no Rio de Janeiro, e terapia online para brasileiros em diferentes lugares do mundo.

Como escolher um psicólogo?
A escolha de um profissional pode considerar diferentes aspectos.
Formação, abordagem e experiência com determinadas demandas podem ser relevantes. Ao mesmo tempo, é importante que a pessoa compreenda a proposta de trabalho e tenha espaço para esclarecer dúvidas sobre o processo.
O vínculo construído durante a psicoterapia também participa do acompanhamento.
Por isso, a primeira impressão obtida por um site ou rede social oferece apenas parte das informações. Os primeiros encontros permitem conhecer melhor a maneira de trabalhar do profissional e perceber como a pessoa se sente naquele espaço.
Escolher um psicólogo também pode envolver preferências individuais. Algumas pessoas valorizam uma abordagem mais estruturada, enquanto outras chegam com dúvidas sobre qual método seria mais adequado.
Nesse caso, compreender como o profissional conduz o trabalho pode ajudar na decisão.
O que esperar das primeiras sessões?
As primeiras sessões ajudam a construir uma compreensão inicial sobre aquilo que levou a pessoa à terapia.
Nesse período, o psicólogo pode conhecer aspectos da história, do contexto atual, das dificuldades e dos objetivos do paciente. Ao mesmo tempo, a própria pessoa começa a conhecer a dinâmica do acompanhamento.
Nem sempre existe clareza imediata sobre o que precisa ser trabalhado. Às vezes, o paciente sabe apenas que algo está difícil ou que determinados padrões vêm causando desconforto.
Essa falta de uma explicação pronta não impede o início do processo.
Com o desenvolvimento das sessões, questões podem se tornar mais claras e os objetivos podem ser organizados de maneira mais específica. Assim, a psicoterapia vai construindo uma direção a partir da experiência real daquela pessoa.
Psicoterapia também envolve autonomia
O psicólogo não vive a vida do paciente e, portanto, não deve ocupar o lugar de quem decide por ele.
Questões como permanecer em um relacionamento, mudar de carreira, ter filhos ou fazer uma mudança importante envolvem valores, circunstâncias e consequências que pertencem à vida daquela pessoa.
A psicoterapia pode ajudar a organizar essas questões e ampliar a compreensão sobre os fatores envolvidos. A decisão, contudo, continua pertencendo ao paciente.
Essa autonomia também aparece na construção de repertório. Ao longo do processo, a pessoa pode desenvolver recursos que utiliza fora das sessões para observar pensamentos, reconhecer emoções, estabelecer limites e tomar decisões.
Nesse sentido, o acompanhamento pode favorecer uma participação cada vez mais consciente na própria vida.
Quando a psicoterapia pode fazer sentido para você?
A psicoterapia pode ser procurada diante de ansiedade, emoções intensas, conflitos nos relacionamentos, baixa autoestima, autocrítica ou dificuldades para tomar decisões. Da mesma forma, pode acompanhar períodos de mudança, questionamentos sobre propósito e interesse em autoconhecimento.
Não existe uma medida universal de sofrimento que determine quando alguém “merece” procurar ajuda. O impacto de uma experiência precisa ser compreendido dentro da vida de quem a atravessa.
Quando algo se repete, limita escolhas ou ocupa um espaço maior do que a pessoa gostaria, investigar esse funcionamento pode ser um caminho possível. Ao mesmo tempo, a terapia não precisa começar com todas as respostas. Muitas vezes, compreender melhor a pergunta já faz parte do processo.
Em última análise, procurar psicoterapia pode representar a decisão de dedicar um espaço à compreensão da própria experiência. A partir desse trabalho, torna-se possível reconhecer padrões, desenvolver recursos e construir escolhas mais conscientes diante daquilo que cada fase da vida apresenta.

Sou Liza Rizzini, psicóloga em Copacabana, Rio de Janeiro, com atendimento presencial e terapia online para brasileiros em qualquer lugar do mundo. Atendo adolescentes e adultos, com atenção especial à psicoterapia para mulheres em diferentes fases da vida. Minha prática integra Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) e Terapia Comportamental Dialética (DBT), com base em evidências científicas e acompanhamento personalizado. Trabalho questões como ansiedade, depressão, autoestima, autocrítica, regulação emocional, relacionamentos, medo na tomada de decisões, autoconhecimento, valores e propósito. Entre em contato ou chame no Whatsapp para mais informações.
