Terapia para os problemas de relacionamentos, para adolescentes e adultos, com atendimento presencial em Copacabana e online para qualquer lugar do mundo.
Os problemas de relacionamento nem sempre começam com um grande conflito
Os problemas de relacionamento aparecem na mesma discussão que retorna, na dificuldade de dizer o que incomoda, no silêncio depois de uma frustração ou na sensação de estar sempre cedendo para evitar uma briga. Em outros momentos, a pessoa percebe algo ainda mais desconfortável: o relacionamento mudou, mas certos problemas parecem familiares.
É possível terminar uma relação e, algum tempo depois, perceber dinâmicas semelhantes em outro vínculo. Também é possível permanecer na mesma relação e repetir conversas que nunca parecem chegar a um lugar diferente.
Quando isso acontece, olhar apenas para o comportamento do outro pode deixar uma parte importante da experiência de fora. Afinal, cada pessoa também chega aos vínculos com sua história, seus medos, expectativas, necessidades e maneiras aprendidas de reagir.
Na psicoterapia, reconhecer esses padrões pode ajudar a compreender o que se repete e ampliar as possibilidades de escolha dentro das relações. Conflitos fazem parte dos vínculos, mas a forma de atravessá-los pode ser trabalhada.
Por que alguns problemas de relacionamento se repetem?
Nem sempre percebemos um padrão enquanto ele está acontecendo. Durante uma discussão, por exemplo, a atenção pode ficar concentrada no assunto daquele momento. Porém, quando situações semelhantes acontecem repetidamente, pode existir uma dinâmica mais ampla por trás delas.
Talvez uma pessoa evite dizer o que incomoda até chegar ao limite. Então, quando finalmente fala, a conversa acontece com uma intensidade muito maior.
Em outra relação, alguém pode interpretar qualquer distanciamento como sinal de rejeição e buscar garantias constantes de que está tudo bem. Por sua vez, outra pessoa pode se afastar sempre que surge um conflito porque não sabe como permanecer naquela conversa.
Esses exemplos não significam que exista uma explicação universal para problemas de relacionamento. Pelo contrário, o mesmo comportamento pode assumir significados diferentes conforme a história e o contexto de cada pessoa. Por isso, identificar a repetição é apenas o começo. Em seguida, é preciso compreender como aquele padrão funciona e quais consequências produz.

Quando a mesma discussão acontece várias vezes
Alguns casais discutem sobre temas diferentes, mas parecem repetir a mesma dinâmica.
O assunto pode ser dinheiro em uma semana e divisão de responsabilidades na seguinte. Contudo, por trás das duas conversas pode existir uma dificuldade semelhante para comunicar necessidades, lidar com frustração ou estabelecer limites.
Às vezes, uma pessoa tenta resolver tudo imediatamente, enquanto a outra precisa se afastar. Como resultado, quanto mais uma insiste, mais a outra recua.
Em outros casos, pequenas contrariedades acumulam significados que nunca foram claramente conversados. Assim, uma situação aparentemente simples pode carregar frustrações anteriores.
Observar esse funcionamento ajuda a deslocar a atenção da pergunta “quem começou?” para uma compreensão mais ampla sobre o que acontece entre as pessoas.
Isso não significa ignorar comportamentos individuais ou responsabilidades. Significa reconhecer que determinados conflitos também podem seguir sequências que se tornam familiares ao longo do tempo.
O silêncio também pode fazer parte do conflito
Nem todo sofrimento nos relacionamentos aparece por meio de discussões intensas. Por vezes, o problema está justamente no que não é dito.
Uma pessoa pode evitar uma conversa porque teme desagradar, provocar uma briga ou perder o vínculo. Em um primeiro momento, permanecer em silêncio pode reduzir o desconforto. Contudo, aquilo que não foi comunicado pode continuar presente.
Com o passar do tempo, necessidades não expressas, frustrações acumuladas e limites pouco claros podem aumentar a distância dentro da relação. Além disso, o outro pode sequer compreender o que está acontecendo.
Nesse sentido, evitar conflitos não garante relações mais tranquilas. Algumas conversas são desconfortáveis justamente porque envolvem pessoas e questões importantes. Portanto, desenvolver recursos para permanecer nelas pode ser diferente de buscar uma relação em que divergências nunca aconteçam.

Por que estabelecer limites pode ser tão difícil?
Dizer “não”, discordar ou comunicar uma necessidade pode parecer simples quando observado de fora.
Na prática, porém, estabelecer limites pode despertar medo, culpa e insegurança.
Para algumas pessoas, existe o receio de parecer egoísta. Para outras, colocar um limite pode ser associado à possibilidade de rejeição ou afastamento. Além disso, certas pessoas se acostumam a ocupar o lugar de quem cuida, resolve ou se adapta. Nesse contexto, reconhecer as próprias necessidades pode se tornar mais difícil.
Essa questão ganha uma dimensão particular entre mulheres atravessadas pela expectativa de corresponder simultaneamente a diferentes papéis. Por exemplo, mulheres que assumem o cuidado de outras pessoas e encontram dificuldade para priorizar as próprias necessidades, estabelecer limites ou admitir cansaço e vulnerabilidade.
Assim, trabalhar limites também pode envolver compreender quais expectativas participam da maneira como a pessoa se relaciona.
Estabelecer um limite significa afastar o outro?
Limites podem ser interpretados como rejeição, especialmente quando existe medo de perder uma relação. Contudo, comunicar aquilo que é possível, desejado ou aceitável também faz parte da construção dos vínculos.
Em termos práticos, um limite pode envolver dizer que algo incomoda, pedir uma mudança, recusar uma demanda ou reconhecer que determinada situação ultrapassa aquilo que a pessoa consegue oferecer. Ainda assim, estabelecer limites não garante que o outro reagirá como esperado.
Essa incerteza pode tornar o processo difícil. Afinal, uma pessoa consegue escolher aquilo que comunica, mas não controla completamente a resposta que receberá. Por isso, limites também se relacionam à autonomia. Em alguns momentos, agir de acordo com aquilo que se considera importante exige tolerar a possibilidade de desagradar.
Quando o medo de perder a relação muda a maneira de agir
O medo de rejeição pode influenciar comportamentos de formas diferentes.
Algumas pessoas se aproximam ainda mais quando percebem qualquer sinal de distanciamento. Outras evitam demonstrar necessidades para não parecer vulneráveis.
Também pode surgir uma vigilância constante sobre o comportamento do outro.
Uma mensagem mais curta, uma mudança de tom ou um período de silêncio pode provocar diferentes interpretações. Como resultado, a pessoa tenta descobrir rapidamente o que aquilo significa para a relação.
Em alguns casos, essa insegurança pode levar a pedidos frequentes de confirmação. Em outros, pode produzir afastamento antes que exista a possibilidade de ser rejeitada.
Compreender esse padrão ajuda a perceber quanto das escolhas dentro do vínculo está sendo orientado pelo medo.
A partir disso, torna-se possível explorar outras formas de responder às inseguranças sem exigir que elas desapareçam completamente.
Nem todo conflito significa que a relação está errada
Relacionamentos envolvem duas ou mais pessoas com histórias, expectativas, necessidades e maneiras próprias de compreender situações. Por isso, diferenças são inevitáveis. Um conflito pode revelar uma divergência que precisa ser conversada. Da mesma forma, pode mostrar que determinada necessidade não estava clara ou que um limite precisa ser revisto. Assim, a existência de conflitos não oferece, sozinha, uma resposta sobre a qualidade de uma relação.
O que acontece durante e depois dessas situações também importa.
É possível reparar uma conversa? Existe espaço para comunicar necessidades? As pessoas conseguem reconhecer responsabilidades? Determinados problemas são conversados ou apenas acumulados? Essas questões podem oferecer uma compreensão mais útil do vínculo do que a expectativa de nunca discordar.
Problemas de relacionamento e regulação emocional
As emoções podem ganhar intensidade especialmente dentro de vínculos importantes.
Uma discussão pode despertar raiva, medo, insegurança, culpa ou frustração. Às vezes, várias dessas emoções aparecem ao mesmo tempo. Quando isso acontece, pode ficar mais difícil identificar aquilo que realmente precisa ser comunicado.
Uma reação impulsiva pode intensificar o conflito. Por outro lado, afastar-se sempre que uma emoção se torna desconfortável também pode impedir conversas necessárias. Por isso, regulação emocional e habilidades relacionais podem se encontrar.
Os recursos da Terapia Comportamental Dialética (DBT) são integrados principalmente em questões relacionadas ao manejo de emoções intensas, impulsividade, regulação emocional e desenvolvimento de habilidades para os relacionamentos.
Assim, desenvolver repertório emocional também pode ampliar as possibilidades de resposta dentro dos vínculos.
Quando a culpa aparece depois de se posicionar
Algumas pessoas conseguem estabelecer um limite e, pouco depois, começam a questioná-lo. Talvez pensem que exageraram, que deveriam ter cedido ou que foram injustas por priorizar uma necessidade própria.
Nesse momento, a culpa pode funcionar como um convite para voltar ao comportamento anterior. Porém, sentir culpa não significa automaticamente que a escolha foi errada. Às vezes, a emoção aparece justamente porque a pessoa está fazendo algo diferente do padrão ao qual estava acostumada.
Nesse sentido, desenvolver flexibilidade psicológica pode ajudar a reconhecer emoções desconfortáveis sem permitir que elas determinem imediatamente a próxima ação. Esse trabalho faz parte da busca em ampliar autonomia e escolhas coerentes com os próprios valores.
Portanto, aprender a estabelecer limites também pode envolver aprender a atravessar o desconforto que surge depois deles.

Quando o relacionamento muda, mas o padrão continua
Perceber comportamentos semelhantes em relações diferentes pode gerar frustração.
A pessoa pode se perguntar por que “sempre escolhe errado” ou por que determinadas situações parecem acontecer novamente. Contudo, transformar essa percepção em uma acusação contra si mesma pode dificultar a compreensão.
Um padrão não precisa ser entendido como prova de que existe algo errado com a pessoa. Em vez disso, ele pode ser investigado.
Por exemplo, vale observar o que costuma gerar insegurança, quais comportamentos aparecem diante dela e quais necessidades ficam difíceis de comunicar. Da mesma forma, pode ser importante perceber quais situações levam alguém a ceder, afastar-se, cobrar, evitar ou permanecer em relações que produzem sofrimento.
A partir dessa compreensão, a repetição deixa de parecer apenas inevitável. Gradualmente, novas possibilidades de escolha podem aparecer.

Como saber se um padrão está gerando sofrimento?
Nem toda dificuldade relacional exige psicoterapia. Além disso, uma discussão isolada não define a maneira como uma pessoa se relaciona. Contudo, padrões recorrentes podem merecer atenção quando começam a produzir sofrimento ou limitar escolhas.
Algumas situações podem ajudar a perceber esse funcionamento:
- os mesmos conflitos aparecem repetidamente sem que algo mude;
- existe dificuldade frequente para comunicar necessidades;
- dizer “não” ou estabelecer limites provoca culpa intensa;
- o medo de rejeição orienta muitas decisões dentro das relações;
- a pessoa evita conversas importantes para impedir conflitos;
- determinadas reações impulsivas geram arrependimento recorrente;
- relações diferentes parecem reproduzir dinâmicas semelhantes;
- a pessoa percebe que abre mão constantemente do que considera importante para manter um vínculo.
Esses sinais não funcionam como diagnóstico ou fórmula para avaliar relacionamentos. Entretanto, podem ajudar a reconhecer questões que merecem ser compreendidas com maior atenção.
Reconhecer padrões significa assumir a culpa pelos problemas?
Olhar para a própria participação em uma relação não significa assumir responsabilidade por tudo o que acontece nela.
Cada pessoa responde por seus próprios comportamentos e escolhas. Por isso, compreender padrões pessoais não deve servir para justificar atitudes do outro nem para transformar todo conflito em uma falha individual. Ao mesmo tempo, reconhecer aquilo que está ao alcance da própria pessoa pode ampliar sua autonomia.
É possível observar como alguém comunica necessidades, responde a conflitos, estabelece limites e toma decisões dentro de seus vínculos.
Essa compreensão oferece um ponto de ação que não depende exclusivamente de mudar o comportamento de outra pessoa. Assim, olhar para si dentro de uma relação pode significar ampliar escolhas, e não assumir toda a responsabilidade pelo vínculo.
Como a psicoterapia pode ajudar nos problemas de relacionamento?
Conflitos nos relacionamentos e conjugalidade estão entre as demandas contempladas na minha atuação clínica. Além disso, meu trabalho busca compreender cada paciente dentro de sua história, contexto e necessidades, sem aplicar fórmulas prontas às relações. Na psicoterapia, é possível observar padrões de pensamentos, emoções e comportamentos que aparecem nos vínculos.
Por exemplo, o processo pode ajudar a compreender o que acontece quando surge um conflito, quais interpretações aparecem diante do comportamento do outro e como a pessoa costuma responder. A partir disso, padrões que pareciam automáticos podem se tornar mais claros.
Na prática, a Terapia Cognitivo-Comportamental funciona como base, enquanto recursos da ACT e da DBT são integrados conforme as necessidades de cada paciente.
Nesse contexto, a ACT pode contribuir para flexibilidade psicológica e clarificação de valores. Já a DBT amplia o repertório relacionado à regulação emocional e às habilidades relacionais. Dessa forma, o processo pode envolver tanto compreender o que se repete quanto desenvolver novas maneiras de agir diante dessas situações.
O que os valores têm a ver com relacionamentos?
Relacionamentos também envolvem escolhas sobre a maneira como cada pessoa deseja participar de seus vínculos. Por isso, compreender valores pode ajudar a sair de uma lógica orientada apenas pela tentativa de evitar rejeição, culpa ou conflito.
Uma pessoa pode valorizar respeito, proximidade, autonomia ou cuidado, por exemplo. Entretanto, reconhecer aquilo que importa também exige observar se suas ações estão coerentes com essas direções.
Às vezes, evitar toda discordância parece proteger uma relação, mas afasta a pessoa da possibilidade de se comunicar com autenticidade. Em outros casos, reagir imediatamente a uma emoção pode entrar em conflito com a maneira como alguém gostaria de conduzir seus vínculos.
Nesse sentido, valores não fornecem uma resposta pronta sobre permanecer ou sair de uma relação. Eles podem, porém, ajudar a construir critérios mais pessoais e conscientes para avaliar escolhas.

Nem toda relação precisa ser mantida
Compreender os próprios padrões não significa concluir que todo relacionamento deve ser preservado. Às vezes, desenvolver maior clareza também leva uma pessoa a reconhecer aquilo que não deseja continuar vivendo.
Em outras situações, o trabalho pode favorecer mudanças na maneira de se comunicar, estabelecer limites ou lidar com conflitos dentro de uma relação que permanece importante.
Não existe uma resposta universal.
Por isso, a psicoterapia não escolhe pelo paciente qual vínculo deve manter, encerrar ou transformar. Valorizo justamente a autonomia e evita a imposição de modelos de vida ou relacionamento. Ou seja, compreender o padrão oferece elementos para que a própria pessoa participe de suas decisões com maior consciência.
Reconhecer o padrão amplia as possibilidades de escolha
Os problemas de relacionamento podem envolver aquilo que o outro faz, mas também podem revelar padrões pessoais que merecem atenção.
Perceber essa dimensão não significa procurar culpados. Pelo contrário, compreender como pensamentos, emoções, medos, limites e comportamentos participam dos vínculos pode ampliar a clareza sobre aquilo que se repete.
A partir disso, torna-se possível desenvolver novas habilidades, comunicar necessidades de outras maneiras e reconhecer com maior precisão aquilo que cada pessoa deseja construir em suas relações. Por fim, nem todo padrão precisa continuar apenas porque se tornou familiar. Quando a pessoa compreende melhor o que acontece dentro de seus vínculos, também pode ganhar mais autonomia para decidir o que deseja fazer com aquilo que percebeu.
Como atendo?
Formatos de Atendimento
Terapia Presencial em Copacabana
Atendo presencialmente na Rua Siqueira Campos, 43, em Copacabana, em uma localização central e de fácil acesso na Zona Sul do Rio de Janeiro. O formato presencial pode fazer sentido para quem prefere realizar a psicoterapia em um espaço reservado fora de casa e manter esse momento separado da rotina do dia a dia. Para quem estuda, mora, trabalha ou circula pela região, a localização também facilita a continuidade do acompanhamento sem grandes deslocamentos.
Terapia Online para Brasileiros em todo o mundo
A terapia online permite realizar as sessões em português mesmo para quem vive fora do Brasil, mantendo o acompanhamento independentemente da localização. O formato também traz praticidade para quem tem uma rotina dinâmica, viaja com frequência ou prefere fazer terapia de casa, sem a necessidade de deslocamento até o consultório. Assim, brasileiros em diferentes lugares do mundo podem incluir a psicoterapia na rotina com mais flexibilidade e continuidade.
Vamos iniciar essa conversa?
😓
A Cabeça que Não Desliga
A mente antecipa, revisa e cobra. Mesmo depois de você já ter feito o que podia. Descansar parece perigoso, porque sempre parece faltar alguma coisa. Você não precisa eliminar essa cobrança para viver bem: pode entender de onde ela vem e aprender a se relacionar com ela de outro jeito.
🤯
Quando a Emoção Vem Antes de Você Entender
Uma frustração vira explosão. Uma contrariedade vira o dia inteiro perdido. Às vezes você reage antes de saber o que sentiu, e só depois vem a culpa pelo que disse ou fez. Não é falta de controle. É falta de repertório para lidar com emoções intensas. Esse repertório pode ser construído.
🫣
Baixa Autoestima e Sensação de Não Pertencer
Comparar-se, duvidar de si, sentir que os outros têm mais certeza do que você. Pode vir da escola, de um grupo, da família, de uma fase inteira da vida. Entender de onde vem esse padrão é o primeiro passo para deixar de depender da aprovação de fora para se sentir suficiente.
💔
Relacionamentos que Geram Sofrimento
A mesma discussão, do mesmo jeito, com pessoas diferentes. Silêncios que pesam mais do que deveriam. Nem sempre o problema está no outro. Ás vezes é só um padrão que se repete de relação em relação. Reconhecer esse padrão vem antes de decidir o que fazer com ele.
🧭
Medo de Escolher e Incertezas sobre o Futuro
Vestibular, carreira, casamento, ter ou não ter filhos, mudar de cidade, terminar um relacionamento. Decisões grandes chegam sem manual. Às vezes o medo de errar trava mais do que a decisão em si. A terapia não escolhe por você, mas ajuda a clarear o que realmente importa para que a escolha seja sua, e não uma reação ao medo.
🫤
Sensação de Vazio e Falta de Propósito
Cumprir a agenda, dar conta do esperado, seguir em frente. E ainda sentir que falta alguma coisa. Nem sempre é crise. Às vezes é sinal de que vale a pena parar e perguntar: isso que venho construindo é o que eu valorizo, ou só o que sobrou depois de tentar dar conta de tudo?
Sobre mim
Sou Liza Rizzini, psicóloga clínica, e realizo psicoterapia individual para adolescentes e adultos. Atendo presencialmente em Copacabana, no Rio de Janeiro, e também online, acompanhando pessoas em diferentes momentos, contextos e fases da vida. Tenho um interesse genuíno pela singularidade de cada pessoa. Por isso, procuro compreender o sofrimento dentro de seu contexto, sem reduzir alguém a um diagnóstico, sintoma ou dificuldade específica.
Avaliações
Depoimentos de pacientes
A Liza me deixou muito à vontade desde a primeira sessão. Eu estava bem nervosa porque nunca tinha feito terapia e nem sabia direito por onde começar. Hoje é um dos poucos lugares onde consigo falar das coisas sem ficar pensando se estou exagerando ou se vão me julgar. Ela é muito atenta e lembra até de coisas que falei há um tempão kkk. Tem me ajudado muito com minha ansiedade e principalmente com a cobrança que eu tenho comigo mesma.
A. S. R.
Comecei a terapia porque estava tendo muitos problemas em casa e na escola e eu ficava com muita raiva por qualquer coisa. No começo eu não queria muito ir porque achava que não ia adiantar. Mas gostei da Liza porque ela não fica falando comigo como se eu fosse criança e também não fica dizendo o que eu tenho que fazer. Hoje consigo perceber melhor quando estou ficando nervoso e algumas coisas que antes viravam uma briga enorme já consigo resolver de outro jeito.
F. S.
Demorei muito para procurar terapia porque tinha coisas que eu simplesmente não conseguia conversar com ninguém. Tinha muito medo de ser julgada e principalmente da reação da minha família. Com a Liza senti que podia falar no meu tempo e sem precisar explicar ou justificar quem eu sou. Parece simples, mas ter um lugar onde você consegue ser você mesma sem ficar se policiando o tempo inteiro muda muita coisa. Sou muito grata por ter encontrado ela.
K. M.
Cheguei na terapia com 30 anos achando que estava atrasada em absolutamente tudo. minhas amigas casando, outras tendo filho, gente crescendo na carreira e eu me sentindo completamente perdida. Eu me comparava o tempo inteiro e qualquer decisão parecia que podia estragar minha vida. A Liza nunca tentou me dizer qual caminho escolher. Ela foi me ajudando a entender o que era realmente importante pra mim e o que eu estava fazendo só porque achava que já deveria ter feito. Ainda sou ansiosa rs, mas hoje consigo tomar decisões com muito mais clareza.
M. L.
Procurei a Liza numa época em que eu estava simplesmente exausta. Trabalho, filhos, casamento, casa, mãe precisando de mim… eu cuidava de todo mundo e ainda me sentia culpada quando não conseguia fazer alguma coisa. O que mais gosto na terapia é que ela me faz pensar. Às vezes saio da sessão com uma pergunta na cabeça que fica comigo a semana inteira. Tenho aprendido muito sobre meus limites e sobre essa necessidade absurda que eu tinha de dar conta de tudo.
M. W. L.
Comecei a terapia depois de uma fase de muitas mudanças. Meus filhos já estavam seguindo a vida deles, meu casamento também estava diferente e eu não estava me reconhecendo muito nem no meu corpo e nem na minha rotina. Foi difícil admitir que eu não sabia mais o que queria. A Liza tem uma forma muito tranquila de conduzir as sessões e nunca senti que ela estava tentando me dar uma resposta pronta. Aos poucos estou voltando a olhar para mim e entendendo que ainda tenho muita coisa que quero viver e construir.
J. P. R.
Perdi pessoas muito importantes nos últimos anos e fui ficando cada vez mais fechada e isolada. Minha família insistiu para que eu procurasse uma psicóloga e hoje agradeço por ter aceitado. Gosto muito da maneira como a Liza me escuta. Ela respeita meu tempo e nunca trata minha idade como se eu não soubesse mais decidir as coisas por mim mesma. Poder falar sobre saudade, medo, solidão e também sobre meus planos tem me feito muito bem. Recomendo com muito carinho.
G. F.
Quando comecei eu nem sabia explicar direito por que estava procurando terapia. Só sabia que não estava bem. Não tinha vontade de fazer as coisas, adiava decisões e parecia que tudo exigia um esforço enorme. A Liza foi me ajudando a organizar isso sem colocar um rótulo em tudo que eu sentia. Uma coisa que gosto muito é que ela não fica só ouvindo em silêncio. Ela pergunta, explica algumas coisas e me faz enxergar situações por outros ângulos. Ainda tenho um caminho pela frente, mas já consigo perceber muita diferença em mim.
H. O. S.
Sempre fui o tipo de pessoa que resolve tudo sozinho e sinceramente achava terapia uma coisa que não combinava muito comigo. Procurei por causa de problemas no meu relacionamento e acabei percebendo várias coisas que eu fazia sem nem notar. Principalmente me fechar quando alguma conversa ficava mais difícil. A Liza é muito profissional e direta. Nunca senti julgamento ou aquele papo de que eu tinha que virar outra pessoa. Tem sido muito bom aprender a entender melhor o que eu sinto e conseguir conversar sobre isso.
U. C. P.

Tire suas dúvidas
Perguntas Frequentes
Como funciona a primeira consulta?
A primeira consulta é um espaço para compreender o que trouxe você à psicoterapia, o momento que está vivendo e o que espera desse processo. Conversamos sobre suas principais dificuldades, sua história e seus objetivos, para começar a construir um acompanhamento adequado às suas necessidades e ao seu contexto.
Quanto tempo dura cada sessão?
Cada sessão tem duração de 50 minutos. Esse tempo é dedicado à compreensão das questões trazidas por você e ao desenvolvimento do processo terapêutico de maneira estruturada, respeitando seu ritmo e suas necessidades.
Com que frequência devo fazer terapia?
A frequência é definida de acordo com as necessidades de cada pessoa e pode ser revista ao longo do processo. Em geral, a psicoterapia começa com encontros semanais, permitindo continuidade ao trabalho desenvolvido entre uma sessão e outra.
Existe um tempo certo de duração da psicoterapia?
Não existe uma duração única que se aplique a todas as pessoas. O tempo de psicoterapia depende das demandas, objetivos, contexto e evolução de cada paciente. O processo terapêutico é acompanhado e reavaliado ao longo do tempo, sempre buscando ampliar autonomia e desenvolver recursos que possam ser utilizados também fora da terapia.
Aceita planos de saúde ou convênios?
Os atendimentos são realizados de forma particular. Caso você possua plano de saúde com possibilidade de reembolso para psicoterapia, vale consultar diretamente a sua operadora sobre as condições disponíveis.
Qual a diferença entre TCC, ACT e DBT?
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) trabalha a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) amplia esse trabalho por meio de conceitos como aceitação, flexibilidade psicológica e valores. Já a Terapia Comportamental Dialética (DBT) oferece recursos importantes para regulação emocional, manejo de emoções intensas, impulsividade e relações interpessoais. São abordagens baseadas em evidências científicas que podem oferecer recursos diferentes ao processo terapêutico.
Preciso ter um diagnóstico para começar a psicoterapia?
Não. A psicoterapia não é destinada apenas a pessoas que possuem um diagnóstico. Você pode procurar acompanhamento diante de sofrimento emocional, dificuldades nos relacionamentos, momentos de mudança ou simplesmente pelo desejo de compreender melhor seus padrões, escolhas, emoções e a maneira como está conduzindo sua vida.
Posso fazer terapia mesmo sem estar passando por uma crise?
Sim. A psicoterapia também pode ser um espaço de autoconhecimento e desenvolvimento emocional. Você pode buscar terapia para compreender padrões, reconhecer seus valores, tomar decisões com maior clareza e construir uma vida mais coerente com aquilo que considera importante, mesmo sem estar vivendo uma crise específica.
Quais questões podem ser trabalhadas na psicoterapia?
Entre as demandas atendidas estão ansiedade, depressão, baixa autoestima, autocrítica excessiva, desregulação emocional, impulsividade, conflitos nos relacionamentos, conjugalidade, parentalidade, dificuldades na tomada de decisões, sensação de vazio e falta de propósito. A psicoterapia também pode trabalhar autoconhecimento, autonomia, flexibilidade psicológica e construção de uma vida mais alinhada aos próprios valores.
Como funciona a psicoterapia para adolescentes?
O processo terapêutico para adolescentes considera as questões próprias dessa fase de formação da identidade, amadurecimento emocional e construção de autonomia. Podem ser trabalhadas questões como ansiedade, autoestima, autocrítica, conflitos familiares, pertencimento, pressão escolar, amizades, relacionamentos, imagem corporal, impulsividade, regulação emocional, sexualidade e incertezas sobre o futuro, sempre considerando a história e o contexto de cada adolescente.
Como funciona a psicoterapia para mulheres?
O acompanhamento considera tanto as demandas individuais quanto questões que podem atravessar diferentes fases da vida da mulher, como relacionamentos, conjugalidade, maternidade, carreira, autocuidado, sobrecarga, envelhecimento, autonomia e expectativas sociais. O objetivo não é determinar como uma mulher deveria viver, mas ajudá-la a compreender suas experiências, reconhecer seus próprios valores e construir escolhas mais coerentes consigo mesma.
Como funciona a terapia online?
A psicoterapia online permite realizar o acompanhamento à distância, mantendo a estrutura e a continuidade do processo terapêutico sem a necessidade de estar fisicamente no consultório. É uma alternativa para quem prefere essa modalidade ou está fora do Rio de Janeiro.
Onde acontece o atendimento presencial em Copacabana?
O atendimento presencial é realizado na Rua Siqueira Campos, 43, em Copacabana, Rio de Janeiro, em uma localização de fácil acesso e próxima ao metrô. Veja no Google Maps.
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