Terapia para o medo de escolher e as incertezas sobre o futuro, para adolescentes e adultos, com atendimento presencial em Copacabana e online para qualquer lugar do mundo.
O medo de escolher pode transformar decisões importantes em longos períodos de análise, dúvida e adiamento
Vestibular, carreira, casamento, maternidade, mudança de cidade, término de um relacionamento ou uma nova fase da vida podem trazer uma pergunta difícil de responder: e se eu escolher errado?
Às vezes, existem boas razões para avaliar uma decisão com cuidado. Contudo, chega um momento em que pensar mais já não produz necessariamente mais clareza. A pessoa revisa possibilidades, imagina consequências e procura sinais de qual seria o caminho certo, mas continua sem a segurança que esperava encontrar.
Isso acontece porque algumas escolhas envolvem uma parcela de incerteza que nenhuma análise consegue eliminar completamente. Nesse sentido, decidir também pode exigir aprender a lidar com aquilo que ainda não é possível saber.
Na psicoterapia, esse processo pode ajudar a compreender o que está por trás da indecisão e a reconhecer quais valores podem orientar uma escolha. Afinal, a terapia não decide por você. Ela pode ampliar a clareza para que o medo deixe de ser a única referência diante do futuro.
Por que algumas decisões parecem tão difíceis?
Nem todas as escolhas têm o mesmo peso.
Decidir o que fazer no fim de semana é diferente de escolher uma profissão, terminar um relacionamento ou decidir se deseja ter filhos. Quanto mais importante parece a consequência, maior pode ser a vontade de encontrar uma resposta que ofereça segurança. Além disso, algumas decisões parecem difíceis justamente porque envolvem caminhos que não podem ser experimentados ao mesmo tempo.
Ao escolher uma possibilidade, outras ficam temporária ou definitivamente para trás. Por isso, a decisão pode trazer dúvidas sobre aquilo que poderia ter acontecido se outro caminho tivesse sido seguido.
Nesse contexto, a dificuldade para tomar decisões pode estar relacionada ao medo de errar, de se arrepender ou de decepcionar outras pessoas. Também pode existir a expectativa de que uma boa decisão deveria vir acompanhada de certeza.
Entretanto, escolhas importantes nem sempre oferecem esse tipo de garantia.

Quando pensar mais deixa de trazer clareza
Refletir antes de decidir pode ser útil. Comparar possibilidades, considerar consequências e buscar informações também pode fazer parte de uma escolha cuidadosa.
Porém, mais análise nem sempre significa mais clareza.
Às vezes, a pessoa já reuniu as informações disponíveis, mas continua voltando às mesmas perguntas. Ela conversa com diferentes pessoas, imagina cenários, cria listas de vantagens e desvantagens e procura algum elemento que finalmente elimine a dúvida.
Em um primeiro momento, esse processo pode parecer uma busca por informação. Com o passar do tempo, porém, ele pode se transformar em uma tentativa de conseguir certeza. Nesse caso, nenhuma resposta parece suficiente.
Sempre existe outra consequência a considerar, outra opinião a pedir ou outra possibilidade a imaginar. Como resultado, a própria tentativa de decidir pode manter a pessoa presa à indecisão.
Reconhecer esse ponto ajuda a diferenciar reflexão de uma busca contínua por garantias que talvez aquela escolha não possa oferecer.
Medo de escolher ou medo de errar?
Em algumas situações, o que torna uma decisão tão difícil não é exatamente a escolha entre duas possibilidades. O sofrimento está na ideia de escolher e descobrir depois que outra opção teria sido melhor.
O arrependimento futuro começa, então, a ser antecipado no presente. A pessoa tenta prever como se sentirá daqui a meses ou anos. Ao mesmo tempo, procura identificar qual decisão evitaria qualquer possibilidade de frustração.
Por exemplo, uma mudança profissional pode trazer oportunidades e perdas. Um relacionamento pode envolver afeto e dúvidas. Da mesma forma, mudar de cidade pode abrir novos caminhos enquanto exige deixar outros para trás. Nesse sentido, decisões importantes podem conter ganhos, riscos e renúncias ao mesmo tempo.
Esperar uma alternativa completamente livre de desconforto pode tornar a escolha ainda mais difícil. Por isso, compreender o medo de errar também envolve reconhecer que uma decisão pode ser coerente com aquilo que importa hoje sem oferecer controle absoluto sobre o que acontecerá depois.

E se eu me arrepender?
O medo do arrependimento pode fazer a pessoa tratar uma decisão como se precisasse prever toda a própria vida. Contudo, ninguém toma decisões conhecendo integralmente o futuro.
As escolhas são construídas com as informações, circunstâncias, necessidades e valores disponíveis naquele momento. Posteriormente, novas experiências podem mudar a maneira como uma pessoa enxerga aquilo que escolheu.
Isso não significa necessariamente que a decisão anterior tenha sido um erro.Às vezes, significa apenas que a pessoa mudou, o contexto mudou ou novas informações apareceram. Além disso, o arrependimento é uma experiência humana possível. Tentar garantir que ele nunca aconteça pode exigir um nível de controle que nenhuma decisão consegue oferecer.
Assim, parte do processo pode envolver desenvolver recursos para lidar também com a possibilidade de rever escolhas, mudar de direção ou responder às consequências que surgirem.
A busca pela escolha perfeita pode manter você parada
Quando existem várias possibilidades, pode surgir a expectativa de encontrar a opção perfeita. Nesse cenário, uma decisão só parece segura quando todos os elementos apontam para a mesma direção. Porém, escolhas importantes frequentemente envolvem conflitos.
Uma oportunidade profissional pode ser interessante e exigir uma mudança que assusta. Um relacionamento pode ter aspectos importantes e, ao mesmo tempo, questões difíceis. Uma decisão familiar pode estar alinhada a alguns desejos e entrar em tensão com outros projetos. Portanto, escolher nem sempre significa descobrir qual alternativa possui apenas vantagens.
Em muitos casos, a decisão envolve reconhecer o que cada caminho oferece, quais custos estão envolvidos e quais aspectos possuem maior importância para aquela pessoa. Quando a expectativa de perfeição diminui, a escolha pode ser observada de maneira mais realista. Ainda assim, alguma dúvida pode permanecer. A existência dessa dúvida não determina, sozinha, que a decisão esteja errada.
Quando a opinião dos outros começa a decidir por você
Pedir a opinião de pessoas importantes pode ajudar a enxergar aspectos que ainda não haviam sido considerados. Entretanto, existe uma diferença entre escutar outras perspectivas e depender delas para saber o que fazer.
Quando a insegurança é intensa, cada nova opinião pode mudar temporariamente a direção da escolha.
Uma pessoa diz para continuar. Outra recomenda mudar. Uma terceira apresenta um risco que ainda não havia sido considerado. Como resultado, a decisão parece ficar cada vez mais distante.
Algumas escolhas são atravessadas por expectativas familiares, sociais e culturais.
Carreira, casamento, maternidade, relacionamentos e estilo de vida podem carregar ideias sobre o que seria esperado em determinada fase da vida. Uma vez que seu posicionamento considera as pressões associadas aos diferentes papéis ocupados na vida afetiva, familiar, profissional e pessoal.
Por isso, tomar uma decisão também pode exigir diferenciar aquilo que a pessoa deseja daquilo que aprendeu que deveria desejar.
Como saber se a escolha é minha ou das expectativas ao redor?
Nem sempre existe uma separação simples entre desejos pessoais e influências externas. Toda pessoa constrói suas referências dentro de relações, experiências e contextos. Ainda assim, é possível observar quais expectativas assumiram um peso importante nas próprias decisões. Por exemplo, uma mulher pode desejar mudar de carreira e, ao mesmo tempo, sentir que já passou da idade para recomeçar. Outra pode estar em dúvida sobre maternidade enquanto lida com expectativas familiares sobre o que deveria escolher.
Da mesma forma, um adolescente pode considerar uma profissão e perceber que parte de sua decisão está relacionada ao desejo de corresponder às expectativas da família. Nesses casos, a pergunta não precisa ser apenas “qual é a decisão certa?”.
Pode ser importante investigar quais medos, expectativas e valores estão participando daquela escolha. A partir disso, a pessoa pode construir maior clareza sobre aquilo que deseja considerar antes de decidir.

Valores podem ajudar quando não existe certeza
Os valores ocupam um lugar central. Meu trabalho busca favorecer a clarificação daquilo que cada pessoa considera importante e ampliar a autonomia para construir escolhas coerentes com essas direções.
Valores não funcionam como respostas prontas. Por exemplo, duas pessoas podem valorizar profundamente a família e tomar decisões diferentes sobre maternidade, carreira ou relacionamentos.
Da mesma forma, reconhecer um valor não elimina automaticamente o medo. Uma pessoa pode considerar determinada mudança coerente com aquilo que deseja construir e ainda sentir insegurança diante dela. Nesse sentido, os valores oferecem direção, enquanto a certeza absoluta talvez continue indisponível.
Na prática, isso permite substituir uma busca impossível pela opção garantidamente correta por uma investigação mais pessoal: qual escolha parece mais coerente com aquilo que importa nesta fase da vida?
É preciso ter certeza antes de tomar uma decisão?
Algumas decisões permitem reunir bastante informação antes de agir. Outras permanecem parcialmente incertas até que a pessoa faça uma escolha e comece a vivê-la. Por isso, esperar certeza completa pode significar esperar por algo que talvez não chegue.
A insegurança pode continuar presente mesmo depois de uma decisão cuidadosa. Nesse contexto, a flexibilidade psicológica ganha importância. Ela está relacionada à possibilidade de entrar em contato com pensamentos e emoções difíceis enquanto a pessoa continua construindo ações coerentes com aquilo que valoriza.
Isso significa que o medo pode existir sem necessariamente assumir o comando da decisão. Da mesma forma, uma dúvida pode permanecer sem obrigar a pessoa a voltar indefinidamente ao ponto inicial. Assim, decidir pode envolver aprender a caminhar com alguma incerteza em vez de esperar que ela desapareça completamente.

Adiar uma decisão também pode ter consequências
Quando escolher parece arriscado, adiar pode trazer alívio. Por algum tempo, a pessoa não precisa lidar com a possibilidade de errar. Entretanto, a ausência de uma decisão também pode produzir consequências.
Uma oportunidade pode passar. Uma situação pode permanecer igual. Um conflito pode continuar sem ser enfrentado.
Em outros casos, o adiamento pode ser legítimo porque ainda faltam informações ou porque aquele não é o momento adequado para decidir. Por isso, nem toda espera representa um problema. A questão está em compreender o papel do adiamento.
Ele está permitindo uma reflexão necessária ou funcionando principalmente como uma maneira de evitar o desconforto da escolha? Essa distinção pode ajudar a perceber quando esperar oferece clareza e quando apenas prolonga a indecisão.

O medo de escolher na adolescência
A adolescência reúne decisões e incertezas importantes sobre identidade, pertencimento, estudos, primeiros relacionamentos e futuro.
Nesse período, dúvidas sobre vestibular, profissão e expectativas familiares podem ganhar bastante espaço. Identificamos as incertezas sobre o futuro entre as questões que podem aparecer no acompanhamento de adolescentes.
A escolha profissional, por exemplo, pode ser vivida como se definisse toda a trajetória futura. Ao mesmo tempo, o adolescente ainda está construindo autonomia e compreendendo melhor seus interesses, valores e possibilidades.
Nesse contexto, a psicoterapia pode oferecer um espaço para explorar dúvidas sem impor uma direção.
Assim, o processo pode favorecer maior compreensão sobre aquilo que influencia uma escolha e ajudar o adolescente a participar dela com mais autonomia.
Escolhas na vida adulta também podem abalar certezas
A dificuldade para decidir não desaparece necessariamente depois da adolescência. Ao longo da vida adulta, novas escolhas podem questionar caminhos que pareciam definidos.
Uma mudança profissional pode colocar em dúvida anos de investimento em determinada carreira. Uma separação pode exigir a reconstrução de planos. Da mesma forma, questões relacionadas à maternidade, conjugalidade ou mudanças de cidade podem trazer conflitos entre diferentes prioridades.
Em algumas fases, o desafio está justamente em reconhecer que aquilo que fazia sentido anteriormente talvez precise ser revisto. Nesse momento, mudar de direção pode despertar medo de desperdício, fracasso ou julgamento. Contudo, o autoconhecimento ganha valor quando amplia possibilidades de escolha e se traduz na maneira como a pessoa conduz a própria vida. Portanto, revisitar uma decisão também pode fazer parte do processo de compreender o que continua importante e o que mudou ao longo do tempo.
A terapia vai dizer qual decisão tomar?
A psicoterapia não funciona como uma fonte de respostas prontas para decisões pessoais. Mesmo quando existe uma escolha difícil, o terapeuta não ocupa o lugar de quem determina qual caminho seria correto para o paciente Isso é especialmente importante porque uma decisão precisa fazer sentido dentro da história, das circunstâncias e dos valores daquela pessoa.
Por isso, o processo pode ajudar a organizar questões que parecem misturadas. Quais são os medos envolvidos? O que realmente pode ser previsto? Quais expectativas externas estão presentes? O que cada possibilidade aproxima ou afasta? Quais valores a pessoa deseja considerar?
Ao tornar esses elementos mais claros, a psicoterapia pode favorecer uma decisão com maior autonomia.
Ainda assim, alguma incerteza pode continuar presente. A diferença está na possibilidade de escolher sem exigir que todas as dúvidas desapareçam antes.
Escolher com medo mesmo, sem ter controle sobre todo o futuro
O medo de escolher pode manter a pessoa procurando uma garantia que nenhuma decisão consegue oferecer. Quanto mais importante parece a escolha, maior pode ser a vontade de eliminar qualquer possibilidade de erro, arrependimento ou desconforto. Contudo, viver também envolve tomar decisões com informações incompletas e lidar com aquilo que só poderá ser conhecido depois.
Nesse sentido, desenvolver autonomia não significa aprender a acertar sempre. Significa ampliar a capacidade de compreender os próprios padrões, reconhecer valores e participar das escolhas com maior consciência. Essa perspectiva está diretamente alinhada à flexibilidade psicológica e a uma vida mais coerente com aquilo que cada pessoa considera significativo.
Por fim, talvez algumas decisões continuem trazendo medo mesmo depois de muita reflexão. Nesses momentos, a pergunta pode deixar de ser “como ter certeza de que não vou me arrepender?” e se aproximar de outra: “considerando o que sei hoje e aquilo que importa para mim, qual direção estou disposta a construir?”.
Escolher também significa abrir mão
Toda escolha estabelece uma direção. Por isso, decidir pode envolver reconhecer que seguir por um caminho significa não seguir, pelo menos naquele momento, por outro.
Essa renúncia pode trazer tristeza, dúvida ou curiosidade sobre aquilo que teria acontecido na alternativa deixada para trás. Ainda assim, sentir essas emoções não significa necessariamente que a escolha tenha sido equivocada.
Em alguns casos, uma decisão coerente também pode ser difícil. Reconhecer essa complexidade ajuda a abandonar a expectativa de que a escolha certa sempre produzirá alívio imediato.
Às vezes, a clareza está menos em sentir absoluta tranquilidade e mais em compreender por que determinada direção faz sentido apesar das incertezas envolvidas.

Como atendo?
Formatos de Atendimento
Terapia Presencial em Copacabana
Atendo presencialmente na Rua Siqueira Campos, 43, em Copacabana, em uma localização central e de fácil acesso na Zona Sul do Rio de Janeiro. O formato presencial pode fazer sentido para quem prefere realizar a psicoterapia em um espaço reservado fora de casa e manter esse momento separado da rotina do dia a dia. Para quem estuda, mora, trabalha ou circula pela região, a localização também facilita a continuidade do acompanhamento sem grandes deslocamentos.
Terapia Online para Brasileiros em todo o mundo
A terapia online permite realizar as sessões em português mesmo para quem vive fora do Brasil, mantendo o acompanhamento independentemente da localização. O formato também traz praticidade para quem tem uma rotina dinâmica, viaja com frequência ou prefere fazer terapia de casa, sem a necessidade de deslocamento até o consultório. Assim, brasileiros em diferentes lugares do mundo podem incluir a psicoterapia na rotina com mais flexibilidade e continuidade.
Vamos iniciar essa conversa?
😓
A Cabeça que Não Desliga
A mente antecipa, revisa e cobra. Mesmo depois de você já ter feito o que podia. Descansar parece perigoso, porque sempre parece faltar alguma coisa. Você não precisa eliminar essa cobrança para viver bem: pode entender de onde ela vem e aprender a se relacionar com ela de outro jeito.
🤯
Quando a Emoção Vem Antes de Você Entender
Uma frustração vira explosão. Uma contrariedade vira o dia inteiro perdido. Às vezes você reage antes de saber o que sentiu, e só depois vem a culpa pelo que disse ou fez. Não é falta de controle. É falta de repertório para lidar com emoções intensas. Esse repertório pode ser construído.
🫣
Baixa Autoestima e Sensação de Não Pertencer
Comparar-se, duvidar de si, sentir que os outros têm mais certeza do que você. Pode vir da escola, de um grupo, da família, de uma fase inteira da vida. Entender de onde vem esse padrão é o primeiro passo para deixar de depender da aprovação de fora para se sentir suficiente.
💔
Relacionamentos que Geram Sofrimento
A mesma discussão, do mesmo jeito, com pessoas diferentes. Silêncios que pesam mais do que deveriam. Nem sempre o problema está no outro. Ás vezes é só um padrão que se repete de relação em relação. Reconhecer esse padrão vem antes de decidir o que fazer com ele.
🧭
Medo de Escolher e Incertezas sobre o Futuro
Vestibular, carreira, casamento, ter ou não ter filhos, mudar de cidade, terminar um relacionamento. Decisões grandes chegam sem manual. Às vezes o medo de errar trava mais do que a decisão em si. A terapia não escolhe por você, mas ajuda a clarear o que realmente importa para que a escolha seja sua, e não uma reação ao medo.
🫤
Sensação de Vazio e Falta de Propósito
Cumprir a agenda, dar conta do esperado, seguir em frente. E ainda sentir que falta alguma coisa. Nem sempre é crise. Às vezes é sinal de que vale a pena parar e perguntar: isso que venho construindo é o que eu valorizo, ou só o que sobrou depois de tentar dar conta de tudo?
Sobre mim
Sou Liza Rizzini, psicóloga clínica, e realizo psicoterapia individual para adolescentes e adultos. Atendo presencialmente em Copacabana, no Rio de Janeiro, e também online, acompanhando pessoas em diferentes momentos, contextos e fases da vida. Tenho um interesse genuíno pela singularidade de cada pessoa. Por isso, procuro compreender o sofrimento dentro de seu contexto, sem reduzir alguém a um diagnóstico, sintoma ou dificuldade específica.
Avaliações
Depoimentos de pacientes
A Liza me deixou muito à vontade desde a primeira sessão. Eu estava bem nervosa porque nunca tinha feito terapia e nem sabia direito por onde começar. Hoje é um dos poucos lugares onde consigo falar das coisas sem ficar pensando se estou exagerando ou se vão me julgar. Ela é muito atenta e lembra até de coisas que falei há um tempão kkk. Tem me ajudado muito com minha ansiedade e principalmente com a cobrança que eu tenho comigo mesma.
A. S. R.
Comecei a terapia porque estava tendo muitos problemas em casa e na escola e eu ficava com muita raiva por qualquer coisa. No começo eu não queria muito ir porque achava que não ia adiantar. Mas gostei da Liza porque ela não fica falando comigo como se eu fosse criança e também não fica dizendo o que eu tenho que fazer. Hoje consigo perceber melhor quando estou ficando nervoso e algumas coisas que antes viravam uma briga enorme já consigo resolver de outro jeito.
F. S.
Demorei muito para procurar terapia porque tinha coisas que eu simplesmente não conseguia conversar com ninguém. Tinha muito medo de ser julgada e principalmente da reação da minha família. Com a Liza senti que podia falar no meu tempo e sem precisar explicar ou justificar quem eu sou. Parece simples, mas ter um lugar onde você consegue ser você mesma sem ficar se policiando o tempo inteiro muda muita coisa. Sou muito grata por ter encontrado ela.
K. M.
Cheguei na terapia com 30 anos achando que estava atrasada em absolutamente tudo. minhas amigas casando, outras tendo filho, gente crescendo na carreira e eu me sentindo completamente perdida. Eu me comparava o tempo inteiro e qualquer decisão parecia que podia estragar minha vida. A Liza nunca tentou me dizer qual caminho escolher. Ela foi me ajudando a entender o que era realmente importante pra mim e o que eu estava fazendo só porque achava que já deveria ter feito. Ainda sou ansiosa rs, mas hoje consigo tomar decisões com muito mais clareza.
M. L.
Procurei a Liza numa época em que eu estava simplesmente exausta. Trabalho, filhos, casamento, casa, mãe precisando de mim… eu cuidava de todo mundo e ainda me sentia culpada quando não conseguia fazer alguma coisa. O que mais gosto na terapia é que ela me faz pensar. Às vezes saio da sessão com uma pergunta na cabeça que fica comigo a semana inteira. Tenho aprendido muito sobre meus limites e sobre essa necessidade absurda que eu tinha de dar conta de tudo.
M. W. L.
Comecei a terapia depois de uma fase de muitas mudanças. Meus filhos já estavam seguindo a vida deles, meu casamento também estava diferente e eu não estava me reconhecendo muito nem no meu corpo e nem na minha rotina. Foi difícil admitir que eu não sabia mais o que queria. A Liza tem uma forma muito tranquila de conduzir as sessões e nunca senti que ela estava tentando me dar uma resposta pronta. Aos poucos estou voltando a olhar para mim e entendendo que ainda tenho muita coisa que quero viver e construir.
J. P. R.
Perdi pessoas muito importantes nos últimos anos e fui ficando cada vez mais fechada e isolada. Minha família insistiu para que eu procurasse uma psicóloga e hoje agradeço por ter aceitado. Gosto muito da maneira como a Liza me escuta. Ela respeita meu tempo e nunca trata minha idade como se eu não soubesse mais decidir as coisas por mim mesma. Poder falar sobre saudade, medo, solidão e também sobre meus planos tem me feito muito bem. Recomendo com muito carinho.
G. F.
Quando comecei eu nem sabia explicar direito por que estava procurando terapia. Só sabia que não estava bem. Não tinha vontade de fazer as coisas, adiava decisões e parecia que tudo exigia um esforço enorme. A Liza foi me ajudando a organizar isso sem colocar um rótulo em tudo que eu sentia. Uma coisa que gosto muito é que ela não fica só ouvindo em silêncio. Ela pergunta, explica algumas coisas e me faz enxergar situações por outros ângulos. Ainda tenho um caminho pela frente, mas já consigo perceber muita diferença em mim.
H. O. S.
Sempre fui o tipo de pessoa que resolve tudo sozinho e sinceramente achava terapia uma coisa que não combinava muito comigo. Procurei por causa de problemas no meu relacionamento e acabei percebendo várias coisas que eu fazia sem nem notar. Principalmente me fechar quando alguma conversa ficava mais difícil. A Liza é muito profissional e direta. Nunca senti julgamento ou aquele papo de que eu tinha que virar outra pessoa. Tem sido muito bom aprender a entender melhor o que eu sinto e conseguir conversar sobre isso.
U. C. P.

Tire suas dúvidas
Perguntas Frequentes
Como funciona a primeira consulta?
A primeira consulta é um espaço para compreender o que trouxe você à psicoterapia, o momento que está vivendo e o que espera desse processo. Conversamos sobre suas principais dificuldades, sua história e seus objetivos, para começar a construir um acompanhamento adequado às suas necessidades e ao seu contexto.
Quanto tempo dura cada sessão?
Cada sessão tem duração de 50 minutos. Esse tempo é dedicado à compreensão das questões trazidas por você e ao desenvolvimento do processo terapêutico de maneira estruturada, respeitando seu ritmo e suas necessidades.
Com que frequência devo fazer terapia?
A frequência é definida de acordo com as necessidades de cada pessoa e pode ser revista ao longo do processo. Em geral, a psicoterapia começa com encontros semanais, permitindo continuidade ao trabalho desenvolvido entre uma sessão e outra.
Existe um tempo certo de duração da psicoterapia?
Não existe uma duração única que se aplique a todas as pessoas. O tempo de psicoterapia depende das demandas, objetivos, contexto e evolução de cada paciente. O processo terapêutico é acompanhado e reavaliado ao longo do tempo, sempre buscando ampliar autonomia e desenvolver recursos que possam ser utilizados também fora da terapia.
Aceita planos de saúde ou convênios?
Os atendimentos são realizados de forma particular. Caso você possua plano de saúde com possibilidade de reembolso para psicoterapia, vale consultar diretamente a sua operadora sobre as condições disponíveis.
Qual a diferença entre TCC, ACT e DBT?
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) trabalha a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) amplia esse trabalho por meio de conceitos como aceitação, flexibilidade psicológica e valores. Já a Terapia Comportamental Dialética (DBT) oferece recursos importantes para regulação emocional, manejo de emoções intensas, impulsividade e relações interpessoais. São abordagens baseadas em evidências científicas que podem oferecer recursos diferentes ao processo terapêutico.
Preciso ter um diagnóstico para começar a psicoterapia?
Não. A psicoterapia não é destinada apenas a pessoas que possuem um diagnóstico. Você pode procurar acompanhamento diante de sofrimento emocional, dificuldades nos relacionamentos, momentos de mudança ou simplesmente pelo desejo de compreender melhor seus padrões, escolhas, emoções e a maneira como está conduzindo sua vida.
Posso fazer terapia mesmo sem estar passando por uma crise?
Sim. A psicoterapia também pode ser um espaço de autoconhecimento e desenvolvimento emocional. Você pode buscar terapia para compreender padrões, reconhecer seus valores, tomar decisões com maior clareza e construir uma vida mais coerente com aquilo que considera importante, mesmo sem estar vivendo uma crise específica.
Quais questões podem ser trabalhadas na psicoterapia?
Entre as demandas atendidas estão ansiedade, depressão, baixa autoestima, autocrítica excessiva, desregulação emocional, impulsividade, conflitos nos relacionamentos, conjugalidade, parentalidade, dificuldades na tomada de decisões, sensação de vazio e falta de propósito. A psicoterapia também pode trabalhar autoconhecimento, autonomia, flexibilidade psicológica e construção de uma vida mais alinhada aos próprios valores.
Como funciona a psicoterapia para adolescentes?
O processo terapêutico para adolescentes considera as questões próprias dessa fase de formação da identidade, amadurecimento emocional e construção de autonomia. Podem ser trabalhadas questões como ansiedade, autoestima, autocrítica, conflitos familiares, pertencimento, pressão escolar, amizades, relacionamentos, imagem corporal, impulsividade, regulação emocional, sexualidade e incertezas sobre o futuro, sempre considerando a história e o contexto de cada adolescente.
Como funciona a psicoterapia para mulheres?
O acompanhamento considera tanto as demandas individuais quanto questões que podem atravessar diferentes fases da vida da mulher, como relacionamentos, conjugalidade, maternidade, carreira, autocuidado, sobrecarga, envelhecimento, autonomia e expectativas sociais. O objetivo não é determinar como uma mulher deveria viver, mas ajudá-la a compreender suas experiências, reconhecer seus próprios valores e construir escolhas mais coerentes consigo mesma.
Como funciona a terapia online?
A psicoterapia online permite realizar o acompanhamento à distância, mantendo a estrutura e a continuidade do processo terapêutico sem a necessidade de estar fisicamente no consultório. É uma alternativa para quem prefere essa modalidade ou está fora do Rio de Janeiro.
Onde acontece o atendimento presencial em Copacabana?
O atendimento presencial é realizado na Rua Siqueira Campos, 43, em Copacabana, Rio de Janeiro, em uma localização de fácil acesso e próxima ao metrô. Veja no Google Maps.
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