Terapia para a sensação de Vazio e falta de propósito. Para adolescentes e adultos, com atendimento presencial em Copacabana e online para qualquer lugar do mundo.
O que é a sensação de vazio?
Nem sempre é fácil colocar a sensação de vazio em palavras. Para algumas pessoas, ela aparece como uma impressão de desconexão. Para outras, surge como falta de direção, dificuldade para se interessar pelas próprias escolhas ou uma pergunta recorrente sobre o sentido daquilo que estão construindo.
Por vezes, a pessoa continua fazendo tudo o que precisa ser feito.
Trabalha, estuda, cuida da família, mantém relações e organiza compromissos. Entretanto, cumprir essas responsabilidades não responde necessariamente à pergunta sobre aquilo que importa para ela.
Nesse sentido, a sensação de vazio pode levar a uma investigação mais ampla sobre a própria vida. Isso não significa que exista uma única explicação para essa experiência. Pelo contrário, o contexto, a história, os relacionamentos, as expectativas e o momento vivido precisam ser considerados.
Por isso, compreender o vazio exige cuidado para não transformá-lo rapidamente em uma conclusão sobre o que está acontecendo.
Quando está tudo funcionando, mas algo parece faltar
Algumas dificuldades são facilmente reconhecidas porque interferem diretamente na rotina. Outras aparecem de maneira mais silenciosa. A pessoa continua funcionando, mas percebe uma insatisfação difícil de localizar.
Nesse caso, pode surgir até uma cobrança para se sentir bem. Afinal, se existem motivos para estar satisfeita, por que ainda parece faltar alguma coisa? Esse julgamento pode tornar a experiência ainda mais confusa. Porém, uma vida organizada externamente não responde sozinha às necessidades, aos valores e às prioridades de cada pessoa. Da mesma forma, alcançar objetivos importantes não garante que eles continuem fazendo sentido em todas as fases da vida.
Assim, o desconforto pode abrir espaço para perguntas que antes não encontravam lugar na rotina.
O que continua importante? O que mudou? Quais escolhas ainda fazem sentido? Quanto da vida atual foi construído a partir de desejos pessoais e quanto surgiu da tentativa de atender expectativas?

A falta de propósito significa que é preciso encontrar uma grande missão?
A palavra “propósito” pode trazer uma expectativa difícil de sustentar. Às vezes, ela é associada à ideia de descobrir uma missão definitiva que organize toda a existência. Consequentemente, quem não encontra essa resposta pode sentir que está vivendo de maneira incompleta.
Porém, o trabalho com sentido e direção pode acontecer de forma mais próxima da vida cotidiana. Valores, propósito e vida com sentido estão relacionados à construção de ações coerentes com aquilo que cada pessoa considera importante.
Isso significa que propósito pode aparecer na maneira de participar de uma relação, conduzir a vida profissional, cuidar de si, exercer a parentalidade ou construir outras áreas significativas. Além disso, aquilo que importa pode mudar ao longo da vida.
Portanto, encontrar direção não exige necessariamente descobrir uma resposta permanente. Pode envolver reconhecer quais valores fazem sentido agora e como eles podem aparecer nas escolhas atuais.
Viver no automático pode aumentar a sensação de desconexão
A rotina exige respostas constantes. Existe trabalho para concluir, compromissos para organizar, relações para cuidar e decisões práticas para tomar. Como resultado, grande parte do dia pode ser conduzida a partir daquilo que precisa acontecer em seguida.
Em alguns períodos, esse funcionamento ajuda a atravessar fases exigentes. Contudo, quando a vida permanece organizada apenas em torno das próximas tarefas, pode ficar mais difícil perceber a direção que está sendo construída.
Nesse sentido, viver no automático pode significar seguir cumprindo demandas sem encontrar espaço para observar se elas continuam coerentes com as próprias prioridades. A pessoa sabe o que precisa fazer na segunda-feira. Entretanto, talvez não saiba mais o que deseja preservar, transformar ou construir nos próximos anos.
Essa diferença pode se tornar especialmente perceptível durante transições de vida.

O que são valores pessoais e por que eles importam?
Valores pessoais ajudam a oferecer direção para a maneira como uma pessoa deseja viver. Eles podem estar relacionados aos vínculos, à autonomia, à vida profissional, ao cuidado, ao aprendizado, à família e a diferentes dimensões da experiência individual.
Ou seja, valores não funcionam como metas que podem ser simplesmente concluídas.
Uma meta pode ser alcançar determinado objetivo profissional. Já um valor pode estar relacionado à maneira como a pessoa deseja conduzir sua trajetória profissional.
Essa diferença é importante porque objetivos podem mudar. Além disso, algumas metas podem ser alcançadas e, ainda assim, deixar a pessoa se perguntando sobre o próximo passo. Nesse contexto, os valores podem funcionar como referências mais amplas.
A clarificação de valores está diretamente relacionada ao desenvolvimento de autonomia e à construção de escolhas coerentes com aquilo que cada paciente considera significativo.
Quando a vida foi construída a partir do que era esperado
Nem todas as escolhas começam com uma pergunta consciente sobre aquilo que a pessoa valoriza. Muitas decisões também são influenciadas pela família, pelo contexto social, pelos relacionamentos e pelas expectativas associadas a determinadas fases da vida.
Isso faz parte da experiência humana. Contudo, em alguns momentos, pode surgir uma distância entre o caminho construído e aquilo que atualmente faz sentido para a pessoa. Por exemplo, alguém pode seguir determinada trajetória profissional porque ela parecia segura ou esperada. Outra pessoa pode organizar decisões afetivas e familiares a partir de referências que nunca chegou a questionar.
Com o passar do tempo, essas escolhas podem ser revisitadas. Nesse momento, reconhecer influências externas não exige concluir que tudo o que foi construído está errado. Em vez disso, pode ajudar a perceber quais escolhas continuam coerentes com os próprios valores e quais precisam ser repensadas.
A partir disso, o autoconhecimento deixa de funcionar apenas como reflexão e começa a participar de decisões concretas.
Mulheres, expectativas e a dificuldade de saber o que se quer
Essa questão pode ganhar contornos específicos em diferentes fases da vida da mulher. Relacionamentos, maternidade, conjugalidade, carreira, autocuidado e responsabilidades familiares podem coexistir com expectativas sobre a maneira como uma mulher deveria conduzir cada uma dessas áreas.
Meu trabalho dedica atenção especial a essas pressões e aos diferentes papéis ocupados pelas mulheres na vida afetiva, familiar, profissional e pessoal.
Nesse contexto, dar conta pode se tornar uma prioridade tão constante que reconhecer as próprias necessidades fica mais difícil.
A pessoa cumpre aquilo que esperam dela, responde às demandas e mantém a rotina funcionando. Entretanto, pode surgir a dúvida sobre onde ela própria aparece entre tantas responsabilidades. Por isso, a sensação de vazio também pode levar a perguntas sobre identidade, prioridades e escolhas.
Em especial, algumas fases exigem redefinições. Mudanças profissionais, transformações familiares e novas prioridades podem modificar aquilo que fazia sentido anteriormente. Assim, rever escolhas pode fazer parte do processo de reconhecer quem a pessoa é hoje.
Por que alcançar objetivos nem sempre resolve a sensação de vazio?
Objetivos podem organizar esforços e oferecer direção durante determinados períodos. Por exemplo, terminar uma formação, conquistar uma posição profissional ou construir determinado projeto pode ocupar anos de dedicação.
Depois que a meta é alcançada, porém, a estrutura que organizava aquele período muda.
Em alguns casos, surge satisfação. Ao mesmo tempo, também pode aparecer a pergunta: e agora? Esse momento pode ser desconcertante porque a pessoa esperava que determinada conquista produzisse uma sensação mais duradoura de realização. Contudo, metas e valores cumprem funções diferentes. Uma conquista pode ser importante e ainda assim não responder sozinha àquilo que oferece sentido à vida. Por isso, observar como a pessoa deseja viver pode ser tão relevante quanto definir aquilo que deseja alcançar. Dessa forma, o vazio depois de uma conquista pode abrir espaço para uma revisão das próximas direções.
Comparação pode tornar ainda mais difícil perceber o que importa
Quando falta clareza sobre a própria direção, observar a vida dos outros pode parecer uma forma de encontrar respostas. Alguém escolheu uma carreira e parece realizado. Outra pessoa formou uma família. Uma amiga mudou de cidade. Um conhecido abandonou um caminho seguro para começar algo diferente.
A comparação pode, então, criar novas referências sobre aquilo que a pessoa acredita que deveria estar fazendo. Porém, aquilo que faz sentido para outra pessoa não necessariamente oferece direção para a própria vida. Além disso, comparar resultados externos não revela toda a experiência envolvida nas escolhas de alguém.
Nesse sentido, a comparação pode aumentar a sensação de atraso ou inadequação sem responder à questão principal: o que realmente importa para esta pessoa? Por isso, construir uma direção própria também pode exigir reconhecer quando as escolhas estão sendo avaliadas principalmente a partir da trajetória dos outros.
Falta de propósito e dificuldade para tomar decisões
Quando uma pessoa não consegue reconhecer com clareza aquilo que valoriza, algumas decisões podem se tornar ainda mais difíceis. Duas possibilidades podem parecer igualmente válidas porque falta uma referência pessoal para avaliá-las.
Nesse caso, a pessoa pode buscar critérios externos. Salário, aprovação familiar, prestígio, segurança ou aquilo que parece esperado podem ganhar mais peso porque oferecem parâmetros concretos. Esses fatores podem ser relevantes. Contudo, eles não precisam ser os únicos elementos considerados.
A clarificação de valores pode acrescentar outra dimensão à escolha. A partir disso, a pessoa pode perguntar quais possibilidades se aproximam da maneira como deseja construir determinada área da vida. Assim, valores não eliminam incertezas, mas podem oferecer direção quando não existe uma resposta garantida.

É preciso mudar toda a vida para encontrar mais sentido?
Quando a sensação de vazio se torna evidente, pode surgir vontade de fazer uma grande mudança. Trocar de profissão, terminar uma relação, mudar de cidade ou reorganizar completamente a rotina pode parecer uma maneira de resolver rapidamente a desconexão. Em alguns casos, mudanças importantes realmente podem fazer parte das escolhas de uma pessoa. Ainda assim, compreender o que está acontecendo antes de agir pode ajudar a evitar que qualquer transformação seja tratada automaticamente como solução.
Às vezes, uma mudança coerente começa de maneira menor.
Pode envolver reservar espaço para uma relação importante, estabelecer um limite, rever uma prioridade ou começar a agir de forma diferente em uma área que estava sendo conduzida no automático. Por isso, clarificar valores também ajuda a transformar ideias abstratas sobre propósito em comportamentos possíveis. Em termos práticos, a pergunta deixa de ser apenas “qual é o sentido da minha vida?” e pode se aproximar de “como quero participar da vida que tenho hoje?”.

A sensação de vazio pode aparecer durante mudanças de fase
Algumas transições modificam referências que durante muito tempo ajudaram a organizar a identidade. A adolescência e a entrada na vida adulta trazem decisões sobre autonomia e futuro. Posteriormente, mudanças profissionais, relações, parentalidade e novas prioridades podem exigir outras reorganizações.
Nesse sentido, aquilo que antes oferecia direção pode deixar de cumprir a mesma função. Isso pode gerar estranhamento, principalmente quando a pessoa esperava que determinadas escolhas continuassem fazendo sentido da mesma maneira.
Contudo, valores e prioridades podem ser revisitados. Considero justamente diferentes momentos de mudança e busca favorecer maior clareza sobre escolhas e uma vida alinhada aos próprios valores. Dessa forma, uma transição também pode abrir espaço para reconhecer novas necessidades e construir outras direções.
Autoconhecimento precisa levar a alguma ação?
Compreender a si mesmo pode trazer clareza sobre padrões, necessidades, medos e escolhas. Considero que o autoconhecimento também pode se traduzir em ações e comportamentos mais coerentes com os valores de cada pessoa. Isso não significa que toda reflexão precise produzir uma mudança imediata.
Às vezes, reconhecer um padrão já modifica a maneira como uma situação é compreendida. Posteriormente, essa percepção pode ajudar a construir uma escolha diferente. Em outros momentos, a pessoa percebe claramente aquilo que valoriza, mas encontra medo, insegurança ou outras emoções difíceis quando tenta agir nessa direção. Nesse caso, o trabalho também pode envolver flexibilidade psicológica.
Ou seja, a pessoa desenvolve recursos para entrar em contato com pensamentos e emoções difíceis sem permitir que essas experiências afastem automaticamente suas ações daquilo que considera importante.
Como a psicoterapia pode ajudar na sensação de vazio?
Na psicoterapia, o primeiro passo pode ser compreender como essa experiência aparece.
Em alguns casos, o vazio se relaciona à maneira como a rotina foi construída. Em outros, podem existir conflitos pessoais, momentos de mudança ou dificuldades para reconhecer o que a pessoa deseja para determinada área da vida.
A Terapia Cognitivo-Comportamental constitui a base. Com recursos da Terapia de Aceitação e Compromisso e da Terapia Comportamental Dialética conforme as necessidades, a história e os objetivos de cada paciente.
Em especial, a ACT contribui para o desenvolvimento da flexibilidade psicológica, a clarificação de valores e a construção de uma vida mais alinhada ao que é significativo para cada pessoa.
Assim, o processo pode ajudar a transformar uma sensação difusa de falta de sentido em uma investigação mais clara sobre padrões, prioridades, valores e possibilidades de ação.
A terapia vai ajudar a encontrar um propósito?
A psicoterapia não precisa partir da ideia de que existe um propósito único escondido em algum lugar e que cabe ao paciente descobri-lo. O trabalho com propósito está relacionado à construção de uma vida significativa e coerente com valores pessoais.
Por isso, a pergunta pode ser ampliada. Em vez de procurar uma resposta definitiva sobre aquilo que dará sentido a toda a vida, a pessoa pode reconhecer o que considera importante e observar como deseja agir em diferentes áreas. Além disso, essa direção pode mudar.
Uma prioridade profissional pode ter grande importância em determinado período. Mais tarde, relacionamentos, autocuidado, família ou outros aspectos podem assumir um espaço diferente. Dessa forma, construir sentido também envolve permitir que escolhas sejam revisitadas conforme a pessoa e seu contexto mudam.

Quando vale olhar com mais atenção para essa sensação?
A sensação de vazio pode aparecer de diferentes formas. Portanto, não existe uma regra única para definir quando alguém deve procurar psicoterapia. Contudo, vale observar quando essa experiência se torna recorrente ou começa a interferir na maneira como a pessoa conduz a própria vida.
Por exemplo, pode haver uma dificuldade persistente para reconhecer o que deseja. Em outros casos, a pessoa percebe que segue cumprindo expectativas sem conseguir identificar quais escolhas realmente fazem sentido para ela. Além disso, decisões podem se tornar mais difíceis quando nenhuma possibilidade parece conectada a uma direção pessoal.
Nesse contexto, buscar um espaço de reflexão pode ajudar a organizar aquilo que parece difuso.
A psicoterapia também pode ser procurada por quem não atravessa uma crise específica. Afinal, autoconhecimento e autonomia fazem uma vida muito mais significativa.
Construir sentido também acontece nas escolhas cotidianas
A sensação de vazio pode levantar perguntas importantes sobre a maneira como uma pessoa vem conduzindo a própria vida. Às vezes, essas perguntas aparecem justamente quando tudo parece estar funcionando. Em outras situações, surgem durante mudanças, decisões ou momentos em que antigas referências já não oferecem a mesma direção.
Por isso, encontrar mais sentido não precisa depender de uma resposta grandiosa sobre o futuro. A clarificação de valores pode ajudar a reconhecer o que merece espaço na vida atual. A partir disso, pequenas e grandes escolhas podem começar a refletir com maior clareza aquilo que a pessoa considera importante.
Ao mesmo tempo, desenvolver flexibilidade psicológica permite lidar com os desconfortos que podem surgir quando essas escolhas exigem mudanças, limites ou incertezas. Em última análise, propósito pode ser construído na forma como cada pessoa participa da própria vida. Assim, compreender o vazio pode abrir espaço para recuperar direção, autonomia e uma relação mais consciente com aquilo que se deseja continuar construindo.

Como atendo?
Formatos de Atendimento
Terapia Presencial em Copacabana
Atendo presencialmente na Rua Siqueira Campos, 43, em Copacabana, em uma localização central e de fácil acesso na Zona Sul do Rio de Janeiro. O formato presencial pode fazer sentido para quem prefere realizar a psicoterapia em um espaço reservado fora de casa e manter esse momento separado da rotina do dia a dia. Para quem estuda, mora, trabalha ou circula pela região, a localização também facilita a continuidade do acompanhamento sem grandes deslocamentos.
Terapia Online para Brasileiros em todo o mundo
A terapia online permite realizar as sessões em português mesmo para quem vive fora do Brasil, mantendo o acompanhamento independentemente da localização. O formato também traz praticidade para quem tem uma rotina dinâmica, viaja com frequência ou prefere fazer terapia de casa, sem a necessidade de deslocamento até o consultório. Assim, brasileiros em diferentes lugares do mundo podem incluir a psicoterapia na rotina com mais flexibilidade e continuidade.
Vamos iniciar essa conversa?
😓
A Cabeça que Não Desliga
A mente antecipa, revisa e cobra. Mesmo depois de você já ter feito o que podia. Descansar parece perigoso, porque sempre parece faltar alguma coisa. Você não precisa eliminar essa cobrança para viver bem: pode entender de onde ela vem e aprender a se relacionar com ela de outro jeito.
🤯
Quando a Emoção Vem Antes de Você Entender
Uma frustração vira explosão. Uma contrariedade vira o dia inteiro perdido. Às vezes você reage antes de saber o que sentiu, e só depois vem a culpa pelo que disse ou fez. Não é falta de controle. É falta de repertório para lidar com emoções intensas. Esse repertório pode ser construído.
🫣
Baixa Autoestima e Sensação de Não Pertencer
Comparar-se, duvidar de si, sentir que os outros têm mais certeza do que você. Pode vir da escola, de um grupo, da família, de uma fase inteira da vida. Entender de onde vem esse padrão é o primeiro passo para deixar de depender da aprovação de fora para se sentir suficiente.
💔
Relacionamentos que Geram Sofrimento
A mesma discussão, do mesmo jeito, com pessoas diferentes. Silêncios que pesam mais do que deveriam. Nem sempre o problema está no outro. Ás vezes é só um padrão que se repete de relação em relação. Reconhecer esse padrão vem antes de decidir o que fazer com ele.
🧭
Medo de Escolher e Incertezas sobre o Futuro
Vestibular, carreira, casamento, ter ou não ter filhos, mudar de cidade, terminar um relacionamento. Decisões grandes chegam sem manual. Às vezes o medo de errar trava mais do que a decisão em si. A terapia não escolhe por você, mas ajuda a clarear o que realmente importa para que a escolha seja sua, e não uma reação ao medo.
🫤
Sensação de Vazio e Falta de Propósito
Cumprir a agenda, dar conta do esperado, seguir em frente. E ainda sentir que falta alguma coisa. Nem sempre é crise. Às vezes é sinal de que vale a pena parar e perguntar: isso que venho construindo é o que eu valorizo, ou só o que sobrou depois de tentar dar conta de tudo?
Sobre mim
Sou Liza Rizzini, psicóloga clínica, e realizo psicoterapia individual para adolescentes e adultos. Atendo presencialmente em Copacabana, no Rio de Janeiro, e também online, acompanhando pessoas em diferentes momentos, contextos e fases da vida. Tenho um interesse genuíno pela singularidade de cada pessoa. Por isso, procuro compreender o sofrimento dentro de seu contexto, sem reduzir alguém a um diagnóstico, sintoma ou dificuldade específica.
Avaliações
Depoimentos de pacientes
A Liza me deixou muito à vontade desde a primeira sessão. Eu estava bem nervosa porque nunca tinha feito terapia e nem sabia direito por onde começar. Hoje é um dos poucos lugares onde consigo falar das coisas sem ficar pensando se estou exagerando ou se vão me julgar. Ela é muito atenta e lembra até de coisas que falei há um tempão kkk. Tem me ajudado muito com minha ansiedade e principalmente com a cobrança que eu tenho comigo mesma.
A. S. R.
Comecei a terapia porque estava tendo muitos problemas em casa e na escola e eu ficava com muita raiva por qualquer coisa. No começo eu não queria muito ir porque achava que não ia adiantar. Mas gostei da Liza porque ela não fica falando comigo como se eu fosse criança e também não fica dizendo o que eu tenho que fazer. Hoje consigo perceber melhor quando estou ficando nervoso e algumas coisas que antes viravam uma briga enorme já consigo resolver de outro jeito.
F. S.
Demorei muito para procurar terapia porque tinha coisas que eu simplesmente não conseguia conversar com ninguém. Tinha muito medo de ser julgada e principalmente da reação da minha família. Com a Liza senti que podia falar no meu tempo e sem precisar explicar ou justificar quem eu sou. Parece simples, mas ter um lugar onde você consegue ser você mesma sem ficar se policiando o tempo inteiro muda muita coisa. Sou muito grata por ter encontrado ela.
K. M.
Cheguei na terapia com 30 anos achando que estava atrasada em absolutamente tudo. minhas amigas casando, outras tendo filho, gente crescendo na carreira e eu me sentindo completamente perdida. Eu me comparava o tempo inteiro e qualquer decisão parecia que podia estragar minha vida. A Liza nunca tentou me dizer qual caminho escolher. Ela foi me ajudando a entender o que era realmente importante pra mim e o que eu estava fazendo só porque achava que já deveria ter feito. Ainda sou ansiosa rs, mas hoje consigo tomar decisões com muito mais clareza.
M. L.
Procurei a Liza numa época em que eu estava simplesmente exausta. Trabalho, filhos, casamento, casa, mãe precisando de mim… eu cuidava de todo mundo e ainda me sentia culpada quando não conseguia fazer alguma coisa. O que mais gosto na terapia é que ela me faz pensar. Às vezes saio da sessão com uma pergunta na cabeça que fica comigo a semana inteira. Tenho aprendido muito sobre meus limites e sobre essa necessidade absurda que eu tinha de dar conta de tudo.
M. W. L.
Comecei a terapia depois de uma fase de muitas mudanças. Meus filhos já estavam seguindo a vida deles, meu casamento também estava diferente e eu não estava me reconhecendo muito nem no meu corpo e nem na minha rotina. Foi difícil admitir que eu não sabia mais o que queria. A Liza tem uma forma muito tranquila de conduzir as sessões e nunca senti que ela estava tentando me dar uma resposta pronta. Aos poucos estou voltando a olhar para mim e entendendo que ainda tenho muita coisa que quero viver e construir.
J. P. R.
Perdi pessoas muito importantes nos últimos anos e fui ficando cada vez mais fechada e isolada. Minha família insistiu para que eu procurasse uma psicóloga e hoje agradeço por ter aceitado. Gosto muito da maneira como a Liza me escuta. Ela respeita meu tempo e nunca trata minha idade como se eu não soubesse mais decidir as coisas por mim mesma. Poder falar sobre saudade, medo, solidão e também sobre meus planos tem me feito muito bem. Recomendo com muito carinho.
G. F.
Quando comecei eu nem sabia explicar direito por que estava procurando terapia. Só sabia que não estava bem. Não tinha vontade de fazer as coisas, adiava decisões e parecia que tudo exigia um esforço enorme. A Liza foi me ajudando a organizar isso sem colocar um rótulo em tudo que eu sentia. Uma coisa que gosto muito é que ela não fica só ouvindo em silêncio. Ela pergunta, explica algumas coisas e me faz enxergar situações por outros ângulos. Ainda tenho um caminho pela frente, mas já consigo perceber muita diferença em mim.
H. O. S.
Sempre fui o tipo de pessoa que resolve tudo sozinho e sinceramente achava terapia uma coisa que não combinava muito comigo. Procurei por causa de problemas no meu relacionamento e acabei percebendo várias coisas que eu fazia sem nem notar. Principalmente me fechar quando alguma conversa ficava mais difícil. A Liza é muito profissional e direta. Nunca senti julgamento ou aquele papo de que eu tinha que virar outra pessoa. Tem sido muito bom aprender a entender melhor o que eu sinto e conseguir conversar sobre isso.
U. C. P.

Tire suas dúvidas
Perguntas Frequentes
Como funciona a primeira consulta?
A primeira consulta é um espaço para compreender o que trouxe você à psicoterapia, o momento que está vivendo e o que espera desse processo. Conversamos sobre suas principais dificuldades, sua história e seus objetivos, para começar a construir um acompanhamento adequado às suas necessidades e ao seu contexto.
Quanto tempo dura cada sessão?
Cada sessão tem duração de 50 minutos. Esse tempo é dedicado à compreensão das questões trazidas por você e ao desenvolvimento do processo terapêutico de maneira estruturada, respeitando seu ritmo e suas necessidades.
Com que frequência devo fazer terapia?
A frequência é definida de acordo com as necessidades de cada pessoa e pode ser revista ao longo do processo. Em geral, a psicoterapia começa com encontros semanais, permitindo continuidade ao trabalho desenvolvido entre uma sessão e outra.
Existe um tempo certo de duração da psicoterapia?
Não existe uma duração única que se aplique a todas as pessoas. O tempo de psicoterapia depende das demandas, objetivos, contexto e evolução de cada paciente. O processo terapêutico é acompanhado e reavaliado ao longo do tempo, sempre buscando ampliar autonomia e desenvolver recursos que possam ser utilizados também fora da terapia.
Aceita planos de saúde ou convênios?
Os atendimentos são realizados de forma particular. Caso você possua plano de saúde com possibilidade de reembolso para psicoterapia, vale consultar diretamente a sua operadora sobre as condições disponíveis.
Qual a diferença entre TCC, ACT e DBT?
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) trabalha a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) amplia esse trabalho por meio de conceitos como aceitação, flexibilidade psicológica e valores. Já a Terapia Comportamental Dialética (DBT) oferece recursos importantes para regulação emocional, manejo de emoções intensas, impulsividade e relações interpessoais. São abordagens baseadas em evidências científicas que podem oferecer recursos diferentes ao processo terapêutico.
Preciso ter um diagnóstico para começar a psicoterapia?
Não. A psicoterapia não é destinada apenas a pessoas que possuem um diagnóstico. Você pode procurar acompanhamento diante de sofrimento emocional, dificuldades nos relacionamentos, momentos de mudança ou simplesmente pelo desejo de compreender melhor seus padrões, escolhas, emoções e a maneira como está conduzindo sua vida.
Posso fazer terapia mesmo sem estar passando por uma crise?
Sim. A psicoterapia também pode ser um espaço de autoconhecimento e desenvolvimento emocional. Você pode buscar terapia para compreender padrões, reconhecer seus valores, tomar decisões com maior clareza e construir uma vida mais coerente com aquilo que considera importante, mesmo sem estar vivendo uma crise específica.
Quais questões podem ser trabalhadas na psicoterapia?
Entre as demandas atendidas estão ansiedade, depressão, baixa autoestima, autocrítica excessiva, desregulação emocional, impulsividade, conflitos nos relacionamentos, conjugalidade, parentalidade, dificuldades na tomada de decisões, sensação de vazio e falta de propósito. A psicoterapia também pode trabalhar autoconhecimento, autonomia, flexibilidade psicológica e construção de uma vida mais alinhada aos próprios valores.
Como funciona a psicoterapia para adolescentes?
O processo terapêutico para adolescentes considera as questões próprias dessa fase de formação da identidade, amadurecimento emocional e construção de autonomia. Podem ser trabalhadas questões como ansiedade, autoestima, autocrítica, conflitos familiares, pertencimento, pressão escolar, amizades, relacionamentos, imagem corporal, impulsividade, regulação emocional, sexualidade e incertezas sobre o futuro, sempre considerando a história e o contexto de cada adolescente.
Como funciona a psicoterapia para mulheres?
O acompanhamento considera tanto as demandas individuais quanto questões que podem atravessar diferentes fases da vida da mulher, como relacionamentos, conjugalidade, maternidade, carreira, autocuidado, sobrecarga, envelhecimento, autonomia e expectativas sociais. O objetivo não é determinar como uma mulher deveria viver, mas ajudá-la a compreender suas experiências, reconhecer seus próprios valores e construir escolhas mais coerentes consigo mesma.
Como funciona a terapia online?
A psicoterapia online permite realizar o acompanhamento à distância, mantendo a estrutura e a continuidade do processo terapêutico sem a necessidade de estar fisicamente no consultório. É uma alternativa para quem prefere essa modalidade ou está fora do Rio de Janeiro.
Onde acontece o atendimento presencial em Copacabana?
O atendimento presencial é realizado na Rua Siqueira Campos, 43, em Copacabana, Rio de Janeiro, em uma localização de fácil acesso e próxima ao metrô. Veja no Google Maps.
Vamos conversar?
Entre em contato
Mais informações





