Terapia Cognitivo-Comportamental para adolescentes e adultos, com atendimento presencial em Copacabana e online para qualquer lugar do mundo.
Compreender padrões
Como funciona a Terapia Cognitivo-Comportamental?
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é a base da minha prática clínica. Por meio dela, o processo terapêutico busca compreender como pensamentos, emoções e comportamentos se relacionam e como determinados padrões podem contribuir para o sofrimento emocional ou dificultar escolhas e relações.
É sobre compreender padrões para construir novas possibilidades. Na psicoterapia, essa compreensão acontece a partir da história, do contexto e das necessidades de cada pessoa.
Afinal, um mesmo pensamento ou comportamento pode assumir funções diferentes dependendo de quem o vivencia e das circunstâncias em que aparece.
Por isso, a TCC oferece uma estrutura para o trabalho terapêutico sem transformar a terapia em uma sequência rígida de técnicas.
O processo é construído de forma individualizada e com participação ativa do paciente.
Pensamentos, emoções e comportamentos influenciam uns aos outros.
A maneira como uma pessoa interpreta uma situação, por exemplo, pode afetar o que sente e a forma como reage a ela.
Ao longo da vida, alguns padrões de interpretação e comportamento podem se repetir. Em determinados contextos, eles podem contribuir para ansiedade, autocrítica, baixa autoestima, dificuldades nos relacionamentos ou outras formas de sofrimento emocional.
Nesse sentido, a Terapia Cognitivo-Comportamental ajuda a identificar e compreender esses padrões. A partir disso, o processo permite desenvolver novas formas de interpretar situações, responder às emoções e agir diante das dificuldades.
Na prática, paciente e terapeuta observam juntos o que acontece, em quais contextos determinados padrões aparecem e quais consequências eles produzem. Com isso, torna-se possível construir respostas mais conscientes e funcionais.
O papel dos pensamentos na TCC
Um dos aspectos trabalhados pela TCC é a maneira como cada pessoa interpreta aquilo que acontece consigo, com os outros e ao seu redor.
Diante de uma mesma situação, pessoas diferentes podem chegar a interpretações distintas. Consequentemente, também podem experimentar emoções e apresentar comportamentos diferentes.
Durante a psicoterapia, identificar determinados pensamentos ajuda a compreender como eles se relacionam com emoções e ações. Porém, o objetivo não é simplesmente substituir todo pensamento difícil por uma interpretação positiva.
O trabalho busca ampliar a compreensão sobre esses padrões e desenvolver formas mais flexíveis de responder a eles. Dessa maneira, o paciente pode avaliar suas interpretações com maior consciência e reconhecer outras possibilidades diante das situações que enfrenta.
Emoções também fazem parte do processo
A Terapia Cognitivo-Comportamental também considera a função das emoções e a maneira como cada pessoa responde a elas.
Ansiedade, tristeza, medo, raiva, culpa e outras experiências emocionais fazem parte da vida. Em alguns momentos, porém, a intensidade dessas emoções ou as estratégias utilizadas para lidar com elas podem gerar sofrimento e interferir nas relações, nas decisões e na rotina.
Por isso, a psicoterapia pode ajudar o paciente a reconhecer o que sente, compreender os contextos relacionados a essas emoções e desenvolver recursos para lidar com elas.
Em termos práticos, compreender uma emoção também envolve observar os pensamentos e comportamentos que aparecem junto dela. Assim, o processo permite construir uma visão mais ampla sobre aquilo que está acontecendo.
Comportamentos e padrões que se repetem
Alguns comportamentos podem trazer alívio imediato e, ao mesmo tempo, contribuir para a manutenção de dificuldades ao longo do tempo.
Uma pessoa pode, por exemplo, evitar determinadas situações quando sente ansiedade. Em outro contexto, pode ter dificuldade para estabelecer limites por receio das consequências nas relações. Também pode reagir impulsivamente diante de emoções intensas e depois perceber efeitos que gostaria de evitar.
Na TCC, observar esses padrões permite compreender o que acontece antes, durante e depois de determinados comportamentos.
A partir disso, o processo terapêutico pode incluir o desenvolvimento de novas habilidades e a experimentação de outras formas de agir. Gradualmente, o paciente amplia seu repertório para responder às situações de maneira mais consciente.

Para quais demandas a Terapia Cognitivo-Comportamental pode contribuir?
Na minha prática clínica, a TCC compõe o acompanhamento de adolescentes e adultos diante de diferentes demandas emocionais, comportamentais e relacionais.
Entre elas estão ansiedade, depressão, baixa autoestima, autocrítica excessiva, desregulação emocional, impulsividade, conflitos nos relacionamentos e dificuldades para tomar decisões. Da mesma forma, o processo pode acolher questões relacionadas à sensação de vazio, falta de propósito e busca por maior autoconhecimento.
Há também uma atenção especial às experiências que atravessam diferentes fases da vida da mulher. Nesse contexto, podem aparecer questões relacionadas à conjugalidade, parentalidade, vida profissional, autocuidado, sobrecarga e às pressões associadas aos diferentes papéis socialmente atribuídos ao feminino.
A demanda que leva uma pessoa à psicoterapia funciona como um ponto de partida. Ao longo do acompanhamento, porém, o trabalho considera sua história, suas relações, seus padrões e aquilo que é significativo em sua vida.
Sua participação ativa no processo terapêutico
Na Terapia Cognitivo-Comportamental, o paciente participa ativamente da compreensão do próprio processo. Isso significa que a terapia cria espaço para observar padrões, construir hipóteses sobre o que contribui para determinadas dificuldades e desenvolver recursos que possam ser utilizados também fora das sessões.
Ao mesmo tempo, essa participação respeita o ritmo, as necessidades e o contexto de cada pessoa. A psicoterapia não parte da expectativa de que todos respondam da mesma maneira às mesmas estratégias. Com o passar do tempo, compreender os próprios padrões pode ampliar a capacidade de perceber escolhas que antes pareciam automáticas. Dessa forma, o autoconhecimento pode se traduzir em novas maneiras de agir e se relacionar.
TCC integrada à ACT e à DBT
Embora a Terapia Cognitivo-Comportamental seja a base da minha prática clínica, o acompanhamento também integra principalmente recursos da Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) e da Terapia Comportamental Dialética (DBT).
A ACT contribui especialmente para o desenvolvimento da flexibilidade psicológica, a clarificação de valores e a construção de ações alinhadas ao que cada pessoa considera significativo.
A DBT, por sua vez, amplia o repertório para o manejo de emoções intensas, regulação emocional, impulsividade e desenvolvimento de habilidades relacionadas aos relacionamentos.
Essa integração permite selecionar recursos de acordo com as necessidades apresentadas ao longo do processo. Assim, a abordagem clínica mantém uma base estruturada e baseada em evidências científicas, ao mesmo tempo em que considera a individualidade de cada paciente.
Psicoterapia baseada em evidências e individualidade
A prática baseada em evidências orienta minha atuação clínica. Ao mesmo tempo, o conhecimento técnico precisa encontrar a realidade concreta de quem chega à terapia.
Cada pessoa possui uma história, relações, valores, dificuldades e recursos próprios. Por isso, compreender um padrão é também compreender o contexto em que ele foi construído e como ele funciona atualmente.
Nesse sentido, a Terapia Cognitivo-Comportamental oferece recursos para investigar pensamentos, emoções e comportamentos com maior clareza. A integração com ACT e DBT amplia essas possibilidades quando outras ferramentas podem contribuir para aquele processo.
Assim, a psicoterapia combina estrutura terapêutica, conhecimento científico e uma escuta atenta à singularidade de cada pessoa.
Uma vida com autoconhecimento, autonomia e novas escolhas
A psicoterapia também pode ser procurada por pessoas que desejam compreender melhor a si mesmas, mesmo quando não existe uma crise específica.
Nesse caso, observar pensamentos, emoções e comportamentos pode ajudar a reconhecer padrões presentes nas escolhas, nos relacionamentos e na maneira de enfrentar situações difíceis.
Além disso, compreender esses padrões cria espaço para avaliar quais deles ainda fazem sentido e quais podem ser revistos. O objetivo é ampliar recursos para que as escolhas aconteçam com maior consciência e autonomia.
Por fim, a Terapia Cognitivo-Comportamental pode contribuir para que aquilo que é compreendido durante as sessões encontre espaço na vida cotidiana. A partir desse processo, o paciente pode desenvolver novas formas de responder às próprias experiências e construir caminhos mais coerentes com aquilo que considera importante.
Como funciona?
Psicoterapia orientada por valores e autonomia
O processo terapêutico pode começar a partir de ansiedade, depressão, baixa autoestima, autocrítica excessiva, dificuldades nos relacionamentos, impulsividade, sensação de vazio ou dificuldade para tomar decisões. Também pode surgir do desejo de compreender melhor a própria história, as escolhas e os caminhos que estão sendo construídos.
Em ambos os casos, o acompanhamento considera a pessoa para além da demanda que a levou à terapia.
Nesse sentido, desenvolver flexibilidade psicológica pode ajudar a construir uma relação diferente com pensamentos e emoções. Da mesma forma, reconhecer os próprios valores pode trazer mais clareza para escolhas relacionadas à vida afetiva, familiar, profissional e pessoal.
Ao longo desse processo, a psicoterapia busca ampliar o autoconhecimento e desenvolver recursos para que cada pessoa possa conduzir suas escolhas com maior consciência e autonomia.
Um processo construído a partir de cada pessoa
Não existe uma única maneira de atravessar uma experiência difícil, construir relações ou definir o que torna uma vida significativa. Por isso, a psicoterapia respeita a história, os valores e as diferentes formas de viver de cada paciente.
A integração entre TCC, ACT e DBT oferece uma base científica e um repertório clínico amplo para esse acompanhamento.
Por fim, o objetivo é que o conhecimento construído durante a terapia possa se traduzir em novas possibilidades de ação. Com isso, o processo favorece uma relação mais consciente com pensamentos e emoções, maior autonomia diante das escolhas e uma vida progressivamente mais alinhada àquilo que cada pessoa reconhece como importante.

Como atendo?
Formatos de Atendimento
Terapia Presencial em Copacabana
Atendo presencialmente na Rua Siqueira Campos, 43, em Copacabana, em uma localização central e de fácil acesso na Zona Sul do Rio de Janeiro. O formato presencial pode fazer sentido para quem prefere realizar a psicoterapia em um espaço reservado fora de casa e manter esse momento separado da rotina do dia a dia. Para quem estuda, mora, trabalha ou circula pela região, a localização também facilita a continuidade do acompanhamento sem grandes deslocamentos.
Terapia Online para Brasileiros em todo o mundo
A terapia online permite realizar as sessões em português mesmo para quem vive fora do Brasil, mantendo o acompanhamento independentemente da localização. O formato também traz praticidade para quem tem uma rotina dinâmica, viaja com frequência ou prefere fazer terapia de casa, sem a necessidade de deslocamento até o consultório. Assim, brasileiros em diferentes lugares do mundo podem incluir a psicoterapia na rotina com mais flexibilidade e continuidade.
Vamos iniciar essa conversa?
😓
A Cabeça que Não Desliga
A mente antecipa, revisa e cobra. Mesmo depois de você já ter feito o que podia. Descansar parece perigoso, porque sempre parece faltar alguma coisa. Você não precisa eliminar essa cobrança para viver bem: pode entender de onde ela vem e aprender a se relacionar com ela de outro jeito.
🤯
Quando a Emoção Vem Antes de Você Entender
Uma frustração vira explosão. Uma contrariedade vira o dia inteiro perdido. Às vezes você reage antes de saber o que sentiu, e só depois vem a culpa pelo que disse ou fez. Não é falta de controle. É falta de repertório para lidar com emoções intensas. Esse repertório pode ser construído.
🫣
Baixa Autoestima e Sensação de Não Pertencer
Comparar-se, duvidar de si, sentir que os outros têm mais certeza do que você. Pode vir da escola, de um grupo, da família, de uma fase inteira da vida. Entender de onde vem esse padrão é o primeiro passo para deixar de depender da aprovação de fora para se sentir suficiente.
💔
Relacionamentos que Geram Sofrimento
A mesma discussão, do mesmo jeito, com pessoas diferentes. Silêncios que pesam mais do que deveriam. Nem sempre o problema está no outro. Ás vezes é só um padrão que se repete de relação em relação. Reconhecer esse padrão vem antes de decidir o que fazer com ele.
🧭
Medo de Escolher e Incertezas sobre o Futuro
Vestibular, carreira, casamento, ter ou não ter filhos, mudar de cidade, terminar um relacionamento. Decisões grandes chegam sem manual. Às vezes o medo de errar trava mais do que a decisão em si. A terapia não escolhe por você, mas ajuda a clarear o que realmente importa para que a escolha seja sua, e não uma reação ao medo.
🫤
Sensação de Vazio e Falta de Propósito
Cumprir a agenda, dar conta do esperado, seguir em frente. E ainda sentir que falta alguma coisa. Nem sempre é crise. Às vezes é sinal de que vale a pena parar e perguntar: isso que venho construindo é o que eu valorizo, ou só o que sobrou depois de tentar dar conta de tudo?
Sobre mim
Sou Liza Rizzini, psicóloga clínica, e realizo psicoterapia individual para adolescentes e adultos. Atendo presencialmente em Copacabana, no Rio de Janeiro, e também online, acompanhando pessoas em diferentes momentos, contextos e fases da vida. Tenho um interesse genuíno pela singularidade de cada pessoa. Por isso, procuro compreender o sofrimento dentro de seu contexto, sem reduzir alguém a um diagnóstico, sintoma ou dificuldade específica.
Avaliações
Depoimentos de pacientes
A Liza me deixou muito à vontade desde a primeira sessão. Eu estava bem nervosa porque nunca tinha feito terapia e nem sabia direito por onde começar. Hoje é um dos poucos lugares onde consigo falar das coisas sem ficar pensando se estou exagerando ou se vão me julgar. Ela é muito atenta e lembra até de coisas que falei há um tempão kkk. Tem me ajudado muito com minha ansiedade e principalmente com a cobrança que eu tenho comigo mesma.
A. S. R.
Comecei a terapia porque estava tendo muitos problemas em casa e na escola e eu ficava com muita raiva por qualquer coisa. No começo eu não queria muito ir porque achava que não ia adiantar. Mas gostei da Liza porque ela não fica falando comigo como se eu fosse criança e também não fica dizendo o que eu tenho que fazer. Hoje consigo perceber melhor quando estou ficando nervoso e algumas coisas que antes viravam uma briga enorme já consigo resolver de outro jeito.
F. S.
Demorei muito para procurar terapia porque tinha coisas que eu simplesmente não conseguia conversar com ninguém. Tinha muito medo de ser julgada e principalmente da reação da minha família. Com a Liza senti que podia falar no meu tempo e sem precisar explicar ou justificar quem eu sou. Parece simples, mas ter um lugar onde você consegue ser você mesma sem ficar se policiando o tempo inteiro muda muita coisa. Sou muito grata por ter encontrado ela.
K. M.
Cheguei na terapia com 30 anos achando que estava atrasada em absolutamente tudo. minhas amigas casando, outras tendo filho, gente crescendo na carreira e eu me sentindo completamente perdida. Eu me comparava o tempo inteiro e qualquer decisão parecia que podia estragar minha vida. A Liza nunca tentou me dizer qual caminho escolher. Ela foi me ajudando a entender o que era realmente importante pra mim e o que eu estava fazendo só porque achava que já deveria ter feito. Ainda sou ansiosa rs, mas hoje consigo tomar decisões com muito mais clareza.
M. L.
Procurei a Liza numa época em que eu estava simplesmente exausta. Trabalho, filhos, casamento, casa, mãe precisando de mim… eu cuidava de todo mundo e ainda me sentia culpada quando não conseguia fazer alguma coisa. O que mais gosto na terapia é que ela me faz pensar. Às vezes saio da sessão com uma pergunta na cabeça que fica comigo a semana inteira. Tenho aprendido muito sobre meus limites e sobre essa necessidade absurda que eu tinha de dar conta de tudo.
M. W. L.
Comecei a terapia depois de uma fase de muitas mudanças. Meus filhos já estavam seguindo a vida deles, meu casamento também estava diferente e eu não estava me reconhecendo muito nem no meu corpo e nem na minha rotina. Foi difícil admitir que eu não sabia mais o que queria. A Liza tem uma forma muito tranquila de conduzir as sessões e nunca senti que ela estava tentando me dar uma resposta pronta. Aos poucos estou voltando a olhar para mim e entendendo que ainda tenho muita coisa que quero viver e construir.
J. P. R.
Perdi pessoas muito importantes nos últimos anos e fui ficando cada vez mais fechada e isolada. Minha família insistiu para que eu procurasse uma psicóloga e hoje agradeço por ter aceitado. Gosto muito da maneira como a Liza me escuta. Ela respeita meu tempo e nunca trata minha idade como se eu não soubesse mais decidir as coisas por mim mesma. Poder falar sobre saudade, medo, solidão e também sobre meus planos tem me feito muito bem. Recomendo com muito carinho.
G. F.
Quando comecei eu nem sabia explicar direito por que estava procurando terapia. Só sabia que não estava bem. Não tinha vontade de fazer as coisas, adiava decisões e parecia que tudo exigia um esforço enorme. A Liza foi me ajudando a organizar isso sem colocar um rótulo em tudo que eu sentia. Uma coisa que gosto muito é que ela não fica só ouvindo em silêncio. Ela pergunta, explica algumas coisas e me faz enxergar situações por outros ângulos. Ainda tenho um caminho pela frente, mas já consigo perceber muita diferença em mim.
H. O. S.
Sempre fui o tipo de pessoa que resolve tudo sozinho e sinceramente achava terapia uma coisa que não combinava muito comigo. Procurei por causa de problemas no meu relacionamento e acabei percebendo várias coisas que eu fazia sem nem notar. Principalmente me fechar quando alguma conversa ficava mais difícil. A Liza é muito profissional e direta. Nunca senti julgamento ou aquele papo de que eu tinha que virar outra pessoa. Tem sido muito bom aprender a entender melhor o que eu sinto e conseguir conversar sobre isso.
U. C. P.
Tire suas dúvidas
Perguntas Frequentes
Como funciona a primeira consulta?
A primeira consulta é um espaço para compreender o que trouxe você à psicoterapia, o momento que está vivendo e o que espera desse processo. Conversamos sobre suas principais dificuldades, sua história e seus objetivos, para começar a construir um acompanhamento adequado às suas necessidades e ao seu contexto.
Quanto tempo dura cada sessão?
Cada sessão tem duração de 50 minutos. Esse tempo é dedicado à compreensão das questões trazidas por você e ao desenvolvimento do processo terapêutico de maneira estruturada, respeitando seu ritmo e suas necessidades.
Com que frequência devo fazer terapia?
A frequência é definida de acordo com as necessidades de cada pessoa e pode ser revista ao longo do processo. Em geral, a psicoterapia começa com encontros semanais, permitindo continuidade ao trabalho desenvolvido entre uma sessão e outra.
Existe um tempo certo de duração da psicoterapia?
Não existe uma duração única que se aplique a todas as pessoas. O tempo de psicoterapia depende das demandas, objetivos, contexto e evolução de cada paciente. O processo terapêutico é acompanhado e reavaliado ao longo do tempo, sempre buscando ampliar autonomia e desenvolver recursos que possam ser utilizados também fora da terapia.
Aceita planos de saúde ou convênios?
Os atendimentos são realizados de forma particular. Caso você possua plano de saúde com possibilidade de reembolso para psicoterapia, vale consultar diretamente a sua operadora sobre as condições disponíveis.
Qual a diferença entre TCC, ACT e DBT?
A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) trabalha a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. A Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) amplia esse trabalho por meio de conceitos como aceitação, flexibilidade psicológica e valores. Já a Terapia Comportamental Dialética (DBT) oferece recursos importantes para regulação emocional, manejo de emoções intensas, impulsividade e relações interpessoais. São abordagens baseadas em evidências científicas que podem oferecer recursos diferentes ao processo terapêutico.
Preciso ter um diagnóstico para começar a psicoterapia?
Não. A psicoterapia não é destinada apenas a pessoas que possuem um diagnóstico. Você pode procurar acompanhamento diante de sofrimento emocional, dificuldades nos relacionamentos, momentos de mudança ou simplesmente pelo desejo de compreender melhor seus padrões, escolhas, emoções e a maneira como está conduzindo sua vida.
Posso fazer terapia mesmo sem estar passando por uma crise?
Sim. A psicoterapia também pode ser um espaço de autoconhecimento e desenvolvimento emocional. Você pode buscar terapia para compreender padrões, reconhecer seus valores, tomar decisões com maior clareza e construir uma vida mais coerente com aquilo que considera importante, mesmo sem estar vivendo uma crise específica.
Quais questões podem ser trabalhadas na psicoterapia?
Entre as demandas atendidas estão ansiedade, depressão, baixa autoestima, autocrítica excessiva, desregulação emocional, impulsividade, conflitos nos relacionamentos, conjugalidade, parentalidade, dificuldades na tomada de decisões, sensação de vazio e falta de propósito. A psicoterapia também pode trabalhar autoconhecimento, autonomia, flexibilidade psicológica e construção de uma vida mais alinhada aos próprios valores.
Como funciona a psicoterapia para adolescentes?
O processo terapêutico para adolescentes considera as questões próprias dessa fase de formação da identidade, amadurecimento emocional e construção de autonomia. Podem ser trabalhadas questões como ansiedade, autoestima, autocrítica, conflitos familiares, pertencimento, pressão escolar, amizades, relacionamentos, imagem corporal, impulsividade, regulação emocional, sexualidade e incertezas sobre o futuro, sempre considerando a história e o contexto de cada adolescente.
Como funciona a psicoterapia para mulheres?
O acompanhamento considera tanto as demandas individuais quanto questões que podem atravessar diferentes fases da vida da mulher, como relacionamentos, conjugalidade, maternidade, carreira, autocuidado, sobrecarga, envelhecimento, autonomia e expectativas sociais. O objetivo não é determinar como uma mulher deveria viver, mas ajudá-la a compreender suas experiências, reconhecer seus próprios valores e construir escolhas mais coerentes consigo mesma.
Como funciona a terapia online?
A psicoterapia online permite realizar o acompanhamento à distância, mantendo a estrutura e a continuidade do processo terapêutico sem a necessidade de estar fisicamente no consultório. É uma alternativa para quem prefere essa modalidade ou está fora do Rio de Janeiro.
Onde acontece o atendimento presencial em Copacabana?
O atendimento presencial é realizado na Rua Siqueira Campos, 43, em Copacabana, Rio de Janeiro, em uma localização de fácil acesso e próxima ao metrô. Veja no Google Maps.
Vamos conversar?


